<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3056882872861667913</id><updated>2012-01-07T08:01:26.496-08:00</updated><title type='text'>Sármatas</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://sarmatas.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sarmatas.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>26</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3056882872861667913.post-386226305338693686</id><published>2010-08-19T14:59:00.001-07:00</published><updated>2010-08-20T08:00:26.978-07:00</updated><title type='text'>Sármatas: sociedade, guerra e arte</title><content type='html'>Muito pouco se sabe sobre a organização política dos sármatas. Havia reis, príncipes e barões e pode-se supor que os sármatas, como todos os iranianos, tinham um tipo de Estado monárquico feudal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG3OGy8-DjI/AAAAAAAAF14/Kd5Elmw9kx0/s1600/ritos+f%C3%BAnebres+s%C3%A1rmatas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5507284535496019506" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 359px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG3OGy8-DjI/AAAAAAAAF14/Kd5Elmw9kx0/s400/ritos+f%C3%BAnebres+s%C3%A1rmatas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Representação de rito fúnebre sármata.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Nossas fontes são unânimes em considerar todas as tribos sármatas, com exceção do Siraces, como nômades levando uma vida pastoral e de criação de um grande número de gado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com relação à religião dos sármatas, eles eram nômades e formavam clãs de culto tribal na época que veio antes do Zoroastrismo iraniano. Os deuses eram personificados: o céu, a terra, o fogo. Os deuses que pertenciam a conceitos sociais eram os do fogo doméstico e da guerra. A evidência de práticas de culto com o fogo aparece pelo fato de se haver encontrado carvão e cinzas junto a cemitérios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dado trecho de As memórias de Adriano, Adriano lamenta o comportamento dos sármatas que queimam os prisioneiros, ainda vivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao descrever fisicamente os sármatas, Heródoto diz que eles eram louros, vigorosos e bronzeados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os seus pequenos e velozes cavalos eram famosos no mundo romano. Em uma inscrição bem conhecida encontrado na Apta a Durance o Imperador Adriano comemora e elogia sua "Alanus Caesareus Veredus", que "voou" com ele sobre os pântanos e as colinas da Toscana, em uma caçada a um javali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há dúvida de que os sármatas eram um povo iraniano. Os descendentes dos alanos, os ossetas do Norte do Cáucaso, ainda falam uma língua iraniana e a maioria dos nomes não-gregos das cidades no Bósforo, especialmente no Tanais em tempos imperiais, são iranianos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG3PSZEFnnI/AAAAAAAAF2A/bkBwLIEdRYQ/s1600/Adaga+e+bainha+Ornamentais+-+Museu+Azov+de+Hist%C3%B3ria,+Arqueologia+e+Paleontologia.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5507285834216611442" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 239px; CURSOR: hand; HEIGHT: 388px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG3PSZEFnnI/AAAAAAAAF2A/bkBwLIEdRYQ/s400/Adaga+e+bainha+Ornamentais+-+Museu+Azov+de+Hist%C3%B3ria,+Arqueologia+e+Paleontologia.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Adaga e bainha Ornamentais - Museu Azov&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;de História, Arqueologia e Paleontologia.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A aristocracia Sármata provavelmente era muito rica. Através do império dos Alanos, que ocupou vastas regiões ao norte do Mar Cáspio e do Mar de Aral e incluía a parte oriental das estepes do Sul da Rússia, corria uma estrada importante, uma rota de caravanas que ligava as cidades gregas do Mar Negro com a China. Muitos artigos chineses, especialmente espelhos e fragmentos de materiais de acabamento de seda chinesa do século II dC, foram encontrados em túmulos Sármatas. Além disso, segundo Estrabão, muitos produtos indianos e babilônicos passaram da Média e Armênia, através do Cáucaso, nas regiões ocupadas pelos Alanos e daí, provavelmente, para os portos do reino do Bósforo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As informações sobre os Sármatas obtidas pelos gregos e romanos foram encontradas principalmente no campo de batalha, sobre o equipamento militar, estratégia e táticas são muito mais completas do que sobre funções sociais, econômicas e vida religiosa, da qual sabemos quase nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A combinação das descrições do exército Sarmata dadas por Estrabão, Josefo, Tácito, Arriano, Pausânias e Amiano Marcelino dá uma imagem que é muito semelhantea de partos, armênios e exércitos ibéricos dada pelos mesmos e outros escritores. A característica dominante é o proeminente papel desempenhado no exército por um corpo de catafracto pesado com capacetes de metal, cujas principais armas eram muito lanças pesadas, espadas e arco. Este corpo de cavalaria montava cavalos blindados foi constituída, de acordo com Tácito, de membros da aristocracia sármata, enquanto o corpo principal do exército era formado por arqueiros armados, protegidos por corseletes de couro e bonés de couro. Uma combinação de cavalaria pesada em formação cerrada e enxames de ágeis arqueiros existia anteriormente nas estepes da Rússia, na época da dominação dos citas. Mas o então novo sistema foi no início um novo tipo de falange que ainda não tinha sido criado. Quem merece o crédito de ter usado primeiro, não sabemos. Deve ter sido um povo que controlava uma determinada oferta de ferro e bronze, que poderia ser tanto os Alanos, mestres dos montes Urais, do Altai e da região de Minussinsk e Partos, que obtinha ferro e aço através de Merv. Deve-se notar, no entanto, que os recursos de ferro das tribos sármatas não eram muito grandes, uma vez que Amiano Marcelino descreve os Sármatas vestindo uma armadura de escala, não de ferro, mas de chifre. O modo de luta utilizado pelos sármatas foi muito idêntico ao dos partos: atacavam com sua cavalaria pesada apoiada pelos arqueiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG3ZZDdhi8I/AAAAAAAAF2Q/7I0I94cTRes/s1600/coluna+de+Trajano+mostra+uma+impressionante+imagem+da+cavalaria+auxiliar+Sarmatian+ao+servi%C3%A7o+da+Roma..jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5507296943793081282" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 381px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG3ZZDdhi8I/AAAAAAAAF2Q/7I0I94cTRes/s400/coluna+de+Trajano+mostra+uma+impressionante+imagem+da+cavalaria+auxiliar+Sarmatian+ao+servi%C3%A7o+da+Roma..jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A coluna de Trajano mostra uma &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;impressionante &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;imagem da cavalaria Sármata.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A imagem dada pelos autores clássicos é ilustrada por muitos monumentos greco-romanos e arte oriental de períodos helenístico e romano, como, por exemplo, os números de catafractos inimigos na coluna de Trajano e valores semelhantes no arco de Galério em Salonica . É muito provável que os primeiros se destinam a representar a falange equestre dos Rhoxolani, enquanto o segundo são os sármatas "foederati" do exército de Galério em sua expedição persa (296 d.c). Não existem imagens de guerreiros Sármatas aparecem em objetos encontrados em seus túmulos. Mas a organização militar Sármata tinha uma forte influência sobre a do reino do Bósforo nos três primeiros séculos A.D.. Muitas pinturas deste período comemoram vitórias sobre inimigos citas e Taurians da Criméia. Estas imagens são provavelmente as cópias das peças das pinturas monumentais, que foram dedicadas pelos reis do Bósforo e dos seus generais, para comemorar estas vitórias. Representações como falanges montadas ou como heróis sozinhos ou a frente de sua infantaria. Sempre usando equipamento completo de um Catafracto Sármata com couraça, capacete cônico, espada e uma longa e pesada lança, enquanto os inimigos estão com a cabeça descoberta e arqueiros montados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG3WWLwPvLI/AAAAAAAAF2I/DNfkROIfeVY/s1600/SarmatianCataphract.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5507293595944598706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 274px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG3WWLwPvLI/AAAAAAAAF2I/DNfkROIfeVY/s320/SarmatianCataphract.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Catafracto Sármata do Tanais: bloco de mármore&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;com a imagem de um cavaleiro (século l d.C)&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O mesmo equipamento Sármata aparece também em muitas estelas e em um monumento comemorativo no Tanais. Finalmente, pode-se mencionar uma placa de ouro encontrado na Sibéria, o que representa um caça Sármata a um javali. Como representa uma caçada, o caçador usa um traje nômade de couro, arco e não uma couraça. A sua longa espada pende do ombro. A forma peculiar de usar essa espada que desliza sobre um especial de porte-épée, aparece repetidas vezes em muitos monumentos da arte oriental, por exemplo, na Índia, e espadas com este porte individual (principalmente de jade), foram encontradas na região do Volga e em muitos túmulos chineses e coreanos do período Han. As imagens de Yenisei e da placa da Sibéria pode atestar a extensão da dominação Sármata sobre grandes áreas da Sibéria e na região de Minussinsk.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A evidência arqueológica &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados recolhidos anteriormente, que carrega a história e a vida dos sármatas, é apoiado e preenchida por material arqueológico. Nenhuma cidade ou em outras instalações dos sármatas foram escavados. Os sármatas eram nômades e apenas como emigrantes se estabeleceram em algumas das cidades gregas ou como sucessores dos moradores das regiões conquistadas como por exemplo, USPA, a capital dos Siraces.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG3aVu2uKMI/AAAAAAAAF2Y/hXezc1yhzxM/s1600/Coronet,+bacia,+jarra+e+caixa+de+agulha+do+enterro+de+uma+rainha+Sarmatian.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5507297986233641154" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 350px; CURSOR: hand; HEIGHT: 365px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG3aVu2uKMI/AAAAAAAAF2Y/hXezc1yhzxM/s400/Coronet,+bacia,+jarra+e+caixa+de+agulha+do+enterro+de+uma+rainha+Sarmatian.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Bacia, jarra, Coronet e caixa de agulha do enterro de uma rainha Sármata.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A evidência arqueológica para a sua vida e arte deve ser derivada, por conseguinte, de seus túmulos. Muito pouco destas têm sido sistematicamente escavadas. Um pequeno grupo na região do rio Ural, alguns cemitérios ao longo do baixo Volga e um conjunto de sepulturas no vale do Kuban compõem a lista. O resto de nossas evidências arqueológicas vem de achados encontrados por acaso em várias partes da vasta área habitada pelos sármatas na Sibéria Ocidental, outros na região do Don e do Donetz e tumulos na região do Dnieper e mais a oeste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os túmulos Sármatas pode ser subdivididos em grupos cronológicos: helênico, Imperial e Imperial início e tardio. Algumas peculiaridades locais também podem ser observadas. O grupo mais importante é do sepulturas helenistas encontrados no início da península de Taman do vale do Kuban e da região do Don. Os túmulos ricos recentemente descobertos nas montanhas Altai, na Mongólia mostram as mesmas características de túmulos encontrados em solo europeu e da Sibéria Oriental e sepulturas certamente pertencentes à mesma data e à mesma civilização. Mas, se os chefes enterrados nessas sepulturas eram iranianos ou mongóis ninguém pode afirmar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto às provas arqueológicas para os túmulos nômades do período sármata, que não pode aqui ser descrito em detalhes, basta dizer que a armadura e armas encontradas em todas elas coincidem com as descritas na literatura e evidências arqueológicas analisadas acima. Nós encontramos como especialmente típico a espada, a lança pesada e os vários tipos de armadura, a escala de couraça, placa, ou malha anel. A persistência destas faz com que essas sepulturas, se o mais modesto ou o mais ambicioso, um único grupo ao longo do período helenístico e início do Império, com algumas subdivisões locais e cronológicas. Deve ser observado que o mesmo equipamento, aparece na Pártia, Armênia e Ibéria e em todo planalto iraniano. Penetrou também na China e na Índia. Se foi usado também pelos nômades mongóis ainda não se pode afrimar com confiança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG3bxq_5K3I/AAAAAAAAF2o/HhE1FprBIIc/s1600/Pingentes+s%C3%A1rmatas,+pedras+preciosas+com.+S%C3%A9culo+III+dC+A+partir+do+enterro+Aktas+I.+S%C3%A9culo+III+dC+A+partir+do+Enterro+I.+Aktas.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5507299565746334578" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 250px; CURSOR: hand; HEIGHT: 327px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG3bxq_5K3I/AAAAAAAAF2o/HhE1FprBIIc/s400/Pingentes+s%C3%A1rmatas,+pedras+preciosas+com.+S%C3%A9culo+III+dC+A+partir+do+enterro+Aktas+I.+S%C3%A9culo+III+dC+A+partir+do+Enterro+I.+Aktas.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pingentes sármatas com pedras&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;preciosas encontrado em Aktas.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A evidência arqueológica dos enterros Sármatas no Volga e região Kuban, que são idênticos em quase todos os detalhes, é especialmente rica. Pode ser útil citar uma reconstrução da imagem de uma típica tribo Sármata do Volga derivado dos objetos encontrados em dezenas de sepulturas contemporânea desta região. Vestido com uma camisa e calças compridas, que foram adornados com pequenas pérolas acima e abaixo maiores, vestindo casaco curto, que foi presa com um alfinete de segurança no ombro direito e um boné de couro coberto de escamas de bronze, o corpo protegido por escala armadura e os pés por baixo, sapatos macios. O nômade apareceu no alto Volga em seu cavalo, segurando seu curvo e pequeno arco. Em uma correia no ombro direito, um quiver vermelho, setas pintadas, penduradas em seu lado esquerdo, enquanto a espada longa ou curta, foi presa em seu lado direito. Essa descrição pode ser comparada com a de um Rhoxolano dada por Estrabão. O equipamento do chefe era, claro, mais ambicioso e mais complicado. O ponto principal, porém, é que este é totalmente diferente do equipamento iraniano antigo dos guerreiros citas do século VI ao século IV aC. O punhal Scytho-persa típico(akinakes) as lanças curtas, o arco cita, a flecha com cabeça triangular, o capacete grego, todos desapareceram completamente e nunca são encontrados em sepulturas sármatas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra característica típica das sepulturas Sármatas é a completa mudança nos gostos e estilos artísticos. Os sármatas, sem dúvida, trouxeram sua própria arte com eles a partir de sua casa Oriental. Um dos traços marcantes das sepulturas Sármatas é a ausência total de objetos importados gregos, que são tão comuns em sepulturas citas, uma ausência que persistiu nos ramos oriental dos sármatas, por exemplo, os sármatas Volga. Não que todos os objetos que estes sármatas usavam não eram importados, mas nenhum da Grécia. Pérsia e China foram os países com os quais os sármatas do leste estavam em constantes relações comerciais. O quadro é diferente para os sármatas ocidentais do rio Kuban e do Don, que eram bons clientes das cidades gregas do Mar Negro. Mas, mesmo nos túmulos de Sármatas ocidentais, os objetos gregos são uma adição externa de um estoque Oriental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG3il5bGOTI/AAAAAAAAF3Q/gl6R7sMrxHY/s1600/Um+diadema+s%C3%A1rmatas,+encontrado+na+kurgan+Khokhlach+perto+de+Novocherkassk+(primeiro+s%C3%A9culo+dC,+Museu+Hermitage)..jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 360px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG3il5bGOTI/AAAAAAAAF3Q/gl6R7sMrxHY/s400/Um+diadema+s%C3%A1rmatas,+encontrado+na+kurgan+Khokhlach+perto+de+Novocherkassk+(primeiro+s%C3%A9culo+dC,+Museu+Hermitage)..jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5507307060041496882" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Diadema sármata encontrado em kurgan, Museu Hermitage.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Nossas informações sobre o tipo de arte Sármata é escasso. Os únicos objetos de caráter artístico ou menos mais que as sepulturas têm rendido são de metal, as melhores qualidades de cerâmica e vidro importado e a cerâmica local muito grossa. E mesmo em oferta escassa esta apresenta algumas características que são interessantes e importantes do ponto de vista da evolução da arte tanto no Oriente e no Ocidente. Um desses recursos é o grande amor da sármatas para efeitos de cor: suas armas, sua prata, ouro, as placas de metal de costura sobre as suas vestes são regularmente adornadas com linhas e grupos de pedras coloridas. Em vez de, ou juntamente com eles, um tipo peculiar de esmalte é freqüentemente utilizado. O estilo animal Sármata é ao mesmo tempo vigoroso e selvagem e altamente refinado e estilizado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os objetos mais importantes que representam vêm em parte da Sibéria, em parte do sul da Rússia (especialmente na região do Don). Eles pertencem a adornos de vestidos e enfeites de cavalos de grandes chefes Sármatas. Por outro lado, o estilo é animal é mal representada em túmulos mais modestos, tanto do Kuban e da região do Volga. Era uma arte da aristocracia dominante. Se limitou à aristocracia iraniano, é difícil dizer. Com toda a probabilidade era a arte escolhida pelas famílias asiáticas em geral, uma vez que é encontrado tão esplendidamente apresentado em túmulos da Mongólia e do Altai, que quase não pertencia a chefes tribais iranianos. Ela pode ter sido importado para a China, onde o estilo estava na moda por um tempo principalmente na fronteira, pelos Yueh-chih, mas mais provavelmente pelos hunos, que durante séculos foram os vizinhos mais próximos dos chineses. Na Sibéria e no sul da Rússia, no entanto, o estilo animal asiático era certamente patrocinado pelos grandes chefes Alanos, que Estrabão caracteriza como "portadores de ouro". Por outro lado, nunca se tornou moda entre os Partos e Persas Sassânidas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desenvolvimento da arte européia ocidental deve muito pouco a esse estilo. Isso certamente influenciou a arte do Volga e Kama superior, e alguns elementos do que, talvez, penetrou na arte escandinava precoce, que teve seu estilo próprio nativo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fontes:&lt;/strong&gt; Biblioteca Terceiro Milênio / Blog Diário de uma Guerreira / Blog Reguengos&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3056882872861667913-386226305338693686?l=sarmatas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sarmatas.blogspot.com/feeds/386226305338693686/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3056882872861667913&amp;postID=386226305338693686' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/386226305338693686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/386226305338693686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sarmatas.blogspot.com/2010/08/sarmatas-sociedade-guerra-e-arte.html' title='&lt;strong&gt;Sármatas: sociedade, guerra e arte&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG3OGy8-DjI/AAAAAAAAF14/Kd5Elmw9kx0/s72-c/ritos+f%C3%BAnebres+s%C3%A1rmatas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3056882872861667913.post-3673604243680079556</id><published>2010-06-24T14:41:00.000-07:00</published><updated>2010-08-20T08:05:24.930-07:00</updated><title type='text'>David Soslan</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;David Soslan&lt;/strong&gt; foi um príncipe Alano e rei consorte da Geórgia como marido da rainha regente Tamar, que casou-se com ele em 1189. Ele é conhecido principalmente por suas façanhas militares durante as guerras da Geórgia contra os seus vizinhos muçulmanos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TCPRUNPXylI/AAAAAAAAFc8/83IVGKTnsAA/s1600/David+Soslan.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5486458916149119570" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 133px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TCPRUNPXylI/AAAAAAAAFc8/83IVGKTnsAA/s400/David+Soslan.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Origens&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;David Soslan era um membro da casa real que governou a Alania (Ovseti ou Oseti das fontes georgianas, daí a designação moderna da Ossétia do Sul), um reino cristão ortodoxo do Norte do Cáucaso, que manteve uma aliança freqüente com a Dinastia Bagrationi da Geórgia. Um cronista que escreveu durante o reinado de George IV Lasha (1212-1223; filho de Tamar e David Soslan David), atribui a David Soslan, embora vagamente, a ascendência Bagrationi. A versão de origem Bagrátida de David encontrou um maior desenvolvimento em obras do século 18 do estudioso georgiano Prince Vakhushti Bagrationi. Ele considerou David Soslan um descendente de George I da Geórgia (1014-1027) e sua esposa Alana Alde quem eram os pais de Demetrius (Demetre), um infeliz pretendente à coroa georgiano cujo filho, David, foi forçado por Bagrat IV da Geórgia a fugir para Alania. Segundo Vakhushti, David e seus descendentes - Aton e Jadaron - casado com a família governante Alana e tornou-se "reis dos Osi [isto é, alanos]". Este Jadaron é dito ter sido o pai de David Soslan. Embora este conto seja considerado credível por alguns estudiosos da Geórgia, a questão da origem dinástica de Davi ainda permanece controversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1946, o arqueólogo Evgeniya Pchelina anunciou que, durante as escavações na capela Nuzal no Gorge Ardon, na Ossétia do Norte, ele descobriu o túmulo, alegadamente pertencente a David Soslan quem se identificou com o Soslan mencionado na inscrição georgiana asomtavruli na capela, e sugeriu que David Soslan poderia ter sido um membro da família Tsarazon, um clã heróico de Nuzal conhecido na tradição do folclórica da Ossetia. No entanto, a hipótese não foi aceita pela maioria dos estudiosos georgianos que disseram ser duvidosa a conclusão de Pchelina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Consorte da Geórgia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TCPRyGncoEI/AAAAAAAAFdE/W2RW_fXVPDc/s1600/Localiza%C3%A7%C3%A3o+do+Reino+da+Al%C3%A2nia(na+cor+amarela),+650+D.C..png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5486459429767127106" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 185px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TCPRyGncoEI/AAAAAAAAFdE/W2RW_fXVPDc/s400/Localiza%C3%A7%C3%A3o+do+Reino+da+Al%C3%A2nia(na+cor+amarela),+650+D.C..png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Localização dos Reinos da Alânia (na cor amarela) &lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;da Geórgia (na cor cinza) por volta de 650 D.C.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Tamar se casou com David Soslan no Palácio Didube perto de Tbilisi entre 1187 e 1189 depois que ela se divorciou de sua primeiro marido, o príncipe de Kiev Yuri Bogolyubsky.  Nos relatórios do cronista armênio Mkhitar Gosh em seu Ishatarakan ( "Memorabilia"), Tamar "se casou com um homem do reino da Alania, seu parente do lado materno, cujo nome era Soslan, chamado David sobre a sua ascensão ao trono da Geórgia".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O status de cônjuge de David Soslan, bem como a sua presença na arte, em cartas, e em moedas, foi estritamente ditada pela necessidade de aspectos masculinos da realeza, mas ele permaneceu um governante subordinado ao trono que partilhava com Tamar e não tendo ele autoridade independente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;David energicamente apoiava a política expansionista de Tamar e foi o maior responsável por sucessos militares da Geórgia. Todas as fontes medievais georgianas mencionam e elogiam a sua beleza, talento militar, bravura e devoção ao Tamar.  Em 1190, David Soslan lutou contra Barda, Erzurum, Geghark'unik ', Beylaqan e Ganja.  Suas vitórias sobre os Ildegizids do Azerbaijão em Shamkor (1195) e os Seljúcidas de Rum no Basian (1202) garantiu as posições georgianas nas marchas oriental e ocidental do Cáucaso.  Ele faleceu em pouco tempo depois em 1207.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tamar e David foram os pais dos dois soberanos da Geórgia, George IV Lasha (1212-1223) e a Rainha Rusudan (1223-1245).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3056882872861667913-3673604243680079556?l=sarmatas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sarmatas.blogspot.com/feeds/3673604243680079556/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3056882872861667913&amp;postID=3673604243680079556' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/3673604243680079556'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/3673604243680079556'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sarmatas.blogspot.com/2010/06/david-soslan.html' title='&lt;strong&gt;David Soslan&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TCPRUNPXylI/AAAAAAAAFc8/83IVGKTnsAA/s72-c/David+Soslan.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3056882872861667913.post-3269364027888193013</id><published>2010-04-09T16:39:00.000-07:00</published><updated>2010-07-28T10:10:29.627-07:00</updated><title type='text'>A Arte da Joalheria Cita</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7-7HH5Zt9I/AAAAAAAAEoc/g5RG0IWHIpw/s1600/img_04.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5458287004449617874" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 282px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7-7HH5Zt9I/AAAAAAAAEoc/g5RG0IWHIpw/s400/img_04.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os citas eram tribos nômades que viveram nas estepes ao norte do Mar Negro. No século III AC, o império cita ia até à leste do rio Danúbio, mas com o aparecimento dos sármatas em fins deste século, os citas foram forçados para a península da Criméia, onde estabeleceram sua capital, Neápolis, e deixaram a vida nômade. Por volta do século III DC, o império e a cultura cita já haviam desaparecido completamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles foram um dos primeiros povos a domesticar cavalos e o historiador grego Heródoto escreveu que onde estavam as tribos citas, ali estava também a devastação: praticamente tudo era destruído – plantações, edificações e populações – e os escravos que eram feitos eram invariavelmente privados da visão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário de outros povos nômades das montanhas Altai e da Ásia Central, os citas não usavam tendas ou barracas. Grande parte do seu tempo era passada em cima dos cavalos ou em carroças, e milho e outros grãos eram obtidos com tribos vizinhas, sendo esta sua alimentação básica, adicionada de carne de animais e do leito do iaque. Apesar de desprezarem outros tipos de cultura, praticaram ativamente o comércio com os gregos nas cidades e portos gregos situados no mar Negro. Com as trocas comerciais, veio também a influência grega nas técnicas de decoração e confecção da joalheria cita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As belas jóias citas estão, em grande parte, no museu Hermitage de São Petersburgo, Rússia. Os artesãos e ourives citas utilizavam as técnicas de repoussé e de gravação na decoração das jóias e as gemas preferidas eram a turquesa e a ágata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7-9DFjUh0I/AAAAAAAAEos/3vnnfOctMOo/s1600/Imagem+2+joia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5458289134123910978" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 206px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7-9DFjUh0I/AAAAAAAAEos/3vnnfOctMOo/s400/Imagem+2+joia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vaso de ouro que faz parte de um conjunto de 3.&lt;br /&gt;Representam fatos simples da vida dos citas;&lt;br /&gt;Pente encontrado em túmulo cita, na Ucrânia.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Retrataram nas jóias aspectos da sua vida nômade, com riqueza de detalhes e refinamento técnico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7-74tyojPI/AAAAAAAAEok/jEDnjqfUktY/s1600/Imagem+1+joia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5458287856435367154" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 156px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7-74tyojPI/AAAAAAAAEok/jEDnjqfUktY/s400/Imagem+1+joia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pantera enrodilhada que provavelmente pela &lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;geometrização&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; adornava um escudo; Como na pantera,&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;note-se a formas. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ornamento em par, para prender vestes.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Os temas decorativos preferidos eram os animais: cavalos, águias e outros pássaros, tigres, serpentes e iaques, mas também as palmeiras e alguns poucos temas florais – como as rosetas - foram utilizados.&lt;br /&gt;As jóias citas que chegaram até nós são compostas por fivelas para mantos e cinturões, placas peitorais, braceletes, grandes pendentes e botões para vestimentas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte: &lt;/strong&gt;Portal Joiabr&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;strong&gt;Leia também!&lt;/strong&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://universodahistoria.blogspot.com/2010/06/arte-mesopotamica.html"&gt;►  Arte Mesopotâmica&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://civilizacoesafricanas.blogspot.com/2010/06/arte-egipcia.html"&gt;► Arte Egípcia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://povosdaantiguidade.blogspot.com/2010/05/historia-da-arte-anatolia.html"&gt;► Arte Anatólia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://imperioroma.blogspot.com/2008/03/arte-romana.html"&gt;► Arte Romana&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://civilizacoesafricanas.blogspot.com/2010/04/arte-ife-uma-heranca-surpreendente-e.html"&gt;► Arte Ife &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/01/arte-germanica.html"&gt;► Arte Germânica &lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3056882872861667913-3269364027888193013?l=sarmatas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sarmatas.blogspot.com/feeds/3269364027888193013/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3056882872861667913&amp;postID=3269364027888193013' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/3269364027888193013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/3269364027888193013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sarmatas.blogspot.com/2010/04/arte-da-joalheria-cita.html' title='&lt;strong&gt;A Arte da Joalheria Cita&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7-7HH5Zt9I/AAAAAAAAEoc/g5RG0IWHIpw/s72-c/img_04.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3056882872861667913.post-147632539732349667</id><published>2010-03-31T13:04:00.000-07:00</published><updated>2010-08-19T19:28:51.952-07:00</updated><title type='text'>Citas e Sármatas</title><content type='html'>&lt;em&gt;A partir do final do século 7 aC ao século 4 aC, a parte central&lt;br /&gt; das estepes da Eurásia era habitada por dois grandes grupos&lt;br /&gt; aparentados que falavam línguas da  família iraniana -&lt;br /&gt; os Citas e os Sármatas. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7Oryyn12iI/AAAAAAAAEg0/21gv3jIE854/s1600/female-scythian-warrior.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 295px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7Oryyn12iI/AAAAAAAAEg0/21gv3jIE854/s400/female-scythian-warrior.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5454892462746491426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora esses dois grupos foram etnicamente próximos e suas formas de vida foram muito semelhantes, cada um deles tinha seus próprios destinos históricos e características, no desenvolvimento econômico e social, bem como na cultura.  Os períodos de seu maior desenvolvimento e maior importância na história mundial não coincidem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Guerra&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As línguas e culturas dos Citas e Sármatas foram relacionados, porém distintas. Em especial, os seus estilos de guerra eram diferentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7OsZWOfNjI/AAAAAAAAEg8/jjay_Sud8O0/s1600/scythian-soldiercontemp.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 356px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7OsZWOfNjI/AAAAAAAAEg8/jjay_Sud8O0/s400/scythian-soldiercontemp.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5454893125138855474" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os citas foram anotados como arqueiros montados.  Eles podem ter sido os inventores ou um dos inventores do estribo.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7Osp0C0fqI/AAAAAAAAEhE/7xu19emiNWw/s1600/image011.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 349px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7Osp0C0fqI/AAAAAAAAEhE/7xu19emiNWw/s400/image011.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5454893408020889250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estribo habilitava tanto os arqueiros montados a lançar flechas com razoável precisão enquanto a equitação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7OtW63qjLI/AAAAAAAAEhM/fm_aSewF_ew/s1600/Scythian.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 203px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7OtW63qjLI/AAAAAAAAEhM/fm_aSewF_ew/s400/Scythian.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5454894182947261618" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os citas atacavam com uma massa de flechas.  Se os adversários não eram oprimidos pela chuva de flechas, em seguida, os citas viravam e dirigir-se-iam a uma distância segura para reagrupar e fazer outro ataque em massa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos adversários foram esmagados pelas táticas de batalha dos citas.  Só os sármatas que encontraram uma contra-sucedida estratégia para resistir aos citas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7O149ZQhmI/AAAAAAAAEh8/3dCz-GnckPA/s1600/untitled.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 332px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7O149ZQhmI/AAAAAAAAEh8/3dCz-GnckPA/s400/untitled.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5454903563833607778" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os guerreiros Sarmatas e suas montarias foram protegidas com armaduras.  Normalmente, a armadura consistia de placas de metal de bronze ou costura de ferro em peças de vestuário em couro.  Isso permitiu que a armadura sármata suportasse os ataques citas.  Depois de uma investida cita os sármatas atacaria os citas com  lanças de quinze metros de comprimento.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7OwV7wzDKI/AAAAAAAAEhc/g1scIuql9Oc/s1600/Pe%C3%A7a+em+metal+S%C3%A1rmata,+procedente+da+Sib%C3%A9ria+Ocidental..jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 303px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7OwV7wzDKI/AAAAAAAAEhc/g1scIuql9Oc/s400/Pe%C3%A7a+em+metal+S%C3%A1rmata,+procedente+da+Sib%C3%A9ria+Ocidental..jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5454897464541908130" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No século III a.C. os sármatas parecem ter suplantado os citas nas planícies onde hoje é o sul da Ucrânia, onde se mantiveram dominantes até as invasões hunas e góticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7Owst7PGnI/AAAAAAAAEhk/UuUhFoZQzqc/s1600/srmatasenservicioromanoxw4.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 287px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7Owst7PGnI/AAAAAAAAEhk/UuUhFoZQzqc/s400/srmatasenservicioromanoxw4.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5454897855964584562" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Sármatas eram provavelmente os precursores dos cavaleiros blindados da Europa medieval. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fontes escritas e arqueológicas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7OxHgvzZHI/AAAAAAAAEhs/4_WsoxFkVRg/s1600/FIGURA+SARMAAT.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 339px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7OxHgvzZHI/AAAAAAAAEhs/4_WsoxFkVRg/s400/FIGURA+SARMAAT.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5454898316283438194" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As fontes básicas para o estudo de ambas as tribos são os testemunhos dos autores gregos e romanos que estavam interessados em diferentes aspectos da vida dessas tribos.  Fontes escritas descrevem os citas como mais numerosos, mas elas contêm apenas fragmentos e muitas vezes com evidências contraditórias.  Os materiais arqueológicos que datam dos Citas e Sármatas são enormes, milhares de locais de enterro foram examinados, ajudando-nos a formular e resolver uma série de perguntas sobre as tribos, a sua cultura material e espiritual.  Junto com isso deve ser dito que as fontes disponíveis tanto por escrito ou por achados arqueológicos ainda não nos permitem dar qualquer resposta definitiva a algumas questões importantes sobre os Citas e os Sarmatias.  Estas questões ainda estão sendo discutidas e são explicadas de diferentes maneiras por diferentes estudiosos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o estudo dos Citas e dos Sármatas na era soviética fez avanços muito importantes, nomeadamente através da acumulação de novas fontes arqueológicas no período pós-guerra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fontes:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://sjsu.edu "&gt;www.sjsu.edu &lt;/a&gt;/ &lt;a href="http://histories.cambridge.org"&gt;www.histories.cambridge.org&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;strong&gt;Leia também!&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://sarmatas.blogspot.com/2009/11/religioes-dos-povos-das-estepes-e.html"&gt;► Religiões dos Povos das Estepes e Tundras &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://sarmatas.blogspot.com/2008/08/citas.html"&gt;► Conhecendo a história dos Citas &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://sarmatas.blogspot.com/2010/08/sarmatas-sociedade-guerra-e-arte.html"&gt;► Sármatas: sociedade, guerra e arte &lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3056882872861667913-147632539732349667?l=sarmatas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sarmatas.blogspot.com/feeds/147632539732349667/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3056882872861667913&amp;postID=147632539732349667' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/147632539732349667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/147632539732349667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sarmatas.blogspot.com/2010/03/citas-e-sarmatas.html' title='&lt;strong&gt;Citas e Sármatas&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7Oryyn12iI/AAAAAAAAEg0/21gv3jIE854/s72-c/female-scythian-warrior.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3056882872861667913.post-3738494556844936198</id><published>2010-02-27T09:42:00.000-08:00</published><updated>2010-04-07T10:39:16.827-07:00</updated><title type='text'>Rhoxolanos</title><content type='html'>&lt;em&gt;Os &lt;strong&gt;Rhoxolanos&lt;/strong&gt; ou Rhoxolani (de Alanic ruxsalan - "Alan brilhante") eram um povo Sarmata, que acredita-se serem um ramo dos alanos. Eles estabeleceram-se primeiramente entre o Don e o rio Dnieper, eles migraram no século 1 aC para o Danúbio, ao que é agora o estepes Baragan na Roménia. Por quase 70 anos se estabeleceram na planície da Valáquia e próximo a província da Moesia, até que eles foram esmagados pelos romanos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S4lachydJhI/AAAAAAAAEM4/OsQ3D86flfE/s1600-h/RoxolaniLancers.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5442981070806787602" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 265px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S4lachydJhI/AAAAAAAAEM4/OsQ3D86flfE/s400/RoxolaniLancers.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O historiador Greco - romano Estrabão (século I aC- primeiro século antes de cristo) descreveu como "vagão-moradores" (isto é, nômades) (Geographika, Livro VII).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de 100 aC, eles invadiram a Criméia sob seu rei Tasius apoiando o líder cita Palacus, mas foram derrotados por Diofante, general de Mitrídates VI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7zBd9dgq-I/AAAAAAAAEm8/J8oymILecbc/s1600/O+Imp%C3%A9rio+Romano+sob+Adriano+(reinou+117-38),+mostrando+a+localiza%C3%A7%C3%A3o+dos+S%C3%A1rmatas+Roxolani+na+plan%C3%ADcie+da+Val%C3%A1quia+(Rom%C3%A9nia).png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5457449568924904418" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 237px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7zBd9dgq-I/AAAAAAAAEm8/J8oymILecbc/s400/O+Imp%C3%A9rio+Romano+sob+Adriano+(reinou+117-38),+mostrando+a+localiza%C3%A7%C3%A3o+dos+S%C3%A1rmatas+Roxolani+na+plan%C3%ADcie+da+Val%C3%A1quia+(Rom%C3%A9nia).png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O Império Romano sob Adriano(117-38 d.C), mostrando&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; a &lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;localização dos Sármatas Rhoxolani na planície da Valáquia (Roménia).&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Em meados do I dC, os Rhoxolani começaram a fazer incursões através do Danúbio, em território romano. Um ataque entre 68 a 69 d.C foi interceptado pela Legio III Gallica, que destruiu uma força cavalaria de 9.000 Rhoxolanos sobrecarregados com bagagem(obtidas pelos saques). Tácito (Hist. Bk1.79) descreve o peso das armaduras usadas pelos príncipes e as pessoas mais ilustres "feito" é difícil para os que têm sido derrubado pela carga do inimigo para recuperar os seus pés "Os dois longa-handed Kontos lança, a arma principal do tumulto dos Sármatas, foi inutilizado nestas condições. O Roxolani vingou-se em 92 dC, quando se juntou ao dácios para destruir a Legio XXI Rapax.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S4ldo1gvdZI/AAAAAAAAENA/_6oIqgPvn8w/s1600-h/Cataphractos+Sarmatas+durante+as+guerras+d%C3%A1cia+com+descrito+na+coluna+de+trajano.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5442984580794512786" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 220px; CURSOR: hand; HEIGHT: 210px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S4ldo1gvdZI/AAAAAAAAENA/_6oIqgPvn8w/s400/Cataphractos+Sarmatas+durante+as+guerras+d%C3%A1cia+com+descrito+na+coluna+de+trajano.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Cataphractos Sarmatas durante as&lt;br /&gt;guerras dácias(coluna de trajano).&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante as Guerras Dácias, aliados aos Dácios, os Rhoxolani, proporcionaram-lhes a maior parte de sua força de cavalaria, mas foram derrotados na primeira campanha de 101-102 AD. Eles parecem ter ficado de lado como neutros durante a campanha final de Trajano de 105-106 dC, que terminou com a completa destruição do estado dácio. A criação da província romana da Dacia trouxe o poder romano até às portas do território Roxolani. O Imperador Adriano reforçou uma série de pré-fortificações existentes e construiu inúmeras fortalezas ao longo do Danúbio para conter a ameaça Rhoxolani.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais tarde, Marco Aurélio também fez campanha contra a Rhoxolani ao longo da fronteira do Danúbio. Eles são conhecidos por terem atacado a província romana da Panônia em 260, pouco tempo depois, contingentes de soldados Rhoxolani entraram para o serviço militar romano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No século 2 dC os Rhoxolani foram dispersos pelos Godos, e, no século 4 como outros povos Sármatas, os Rhoxolani foram conquistados pelos hunos e desapareceram da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os Rus / hipótese Rhoxolani&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um número de anti russo-historiadores Normanist, como Dmitry Ilovaisky, tentaram vincular o Rhoxolani com a Rus eslava, que apareceu na Europa Oriental, cerca de quatro séculos após o desaparecimento dos Rhoxolani. Tais teorias continuam a ser populares na Rússia até hoje, apesar de serem geralmente considerados, mesmo antes da era da investigação genética, como pseudo-ciência pela maioria dos acadêmicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia / Enciclopédia da Ucrânia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3056882872861667913-3738494556844936198?l=sarmatas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sarmatas.blogspot.com/feeds/3738494556844936198/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3056882872861667913&amp;postID=3738494556844936198' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/3738494556844936198'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/3738494556844936198'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sarmatas.blogspot.com/2010/02/rhoxolanos.html' title='&lt;strong&gt;Rhoxolanos&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S4lachydJhI/AAAAAAAAEM4/OsQ3D86flfE/s72-c/RoxolaniLancers.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3056882872861667913.post-6531717432085950954</id><published>2010-02-23T15:20:00.000-08:00</published><updated>2010-02-25T16:22:01.571-08:00</updated><title type='text'>Taiphalis</title><content type='html'>&lt;em&gt;Os &lt;strong&gt;Taiphalis&lt;/strong&gt;, Taifals, Taifali, Taifalae, Tayfals, ou Theifali era uma tribo sármata. Eles serviram como dediticii e laeti para os romanos e posteriormente como militares para os Merovingios.  Eles eram hábeis guerreiros nômades, que lutavem principalmente como à cavalo.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;História&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das primeiras menções aos Taiphali coloca-los ao lado do rei godo Cniva quando fazia campanha na Dacia e Moesia em 250dC e nos anos seguintes. Eles eram provavelmente não germânicos (embora algumas fontes os considerem intimamente ligados com aos godos), mas relacionados com os Sármatas, com os quais emigraram das estepes da Ásia Central.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final do III dC estabeleceram-se no Danúbio, em ambos os lados dos Cárpatos, dividindo o território com os godos, que mantiam a autoridade política sobre todo o território. Na Primavera de 291, eles formaram uma importante aliança com os visigodos, formando uma confederação tribal partir desta data e até 376, lutaram contra os vândalos e gépidas: Tervingi, pars alia Gothorum, adiuncta manu Taifalorum, Vandalos adversum concurrunt Gipedesque. Junto com os Victufali, os Taiphali e visigodos foram as tribos mencionadas como possuidotas da antiga província romana da Dácia por 350dC ".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A evidência arqueológica sugere que os gépidas disputavam a Transilvânia, a região em torno Szamos, com os visigodos e Taiphalis.  O Taiphalis Foram posteriormente feitos foederati dos romanos, de quem obteve o direito de se estabelecer em Oltenia. Eles eram naquele tempo, independentemente dos Godos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 328 Constantino, o Grande conquistou Oltenia e os Taiphalis, provavelmente aproveita esta oportunidade para reinstalar em grande número na diocese de Nicolau de Mira, na Frigia.  Em 332, ele enviou seu filho Constantine II para atacar os visigodos. Segundo Zózimo (ii.31.3), uns 500 Taiphalis foram engajados no regimento de cavalaria romana em uma luta "correndo", e não há nenhuma evidência que esta campanha foi um fracasso. &lt;br /&gt;Mais tarde a maioria dos Taiphalis caiu nas mãos dos romanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de 336 revoltaram-se contra Constantino e foram derrotados pelos generais Herpylion, Virius Nepotianus, e Ursus.  De 358 a Taifals foederati eram independentes de Roma e Oltenia ficaram fora de controle romano. Eles lançaram campanhas como aliados do Romanos de suas bases Oltenia, contra os Limigantes (358 e 359) e os Sármatas (358).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As campanhas contra os visigodos pelo imperador valente em 367 e 368 foram inibidas pela independência do Oltenia. É possível, contudo, que o Taiphalis neste momento ainda estavam lutando ao lado dos godos.  Em 365 o imperador ordenou a construção de torres de defesa, em Dacia Ripensis, mas se este era Oltenia não é clara. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Passagem do Danúbio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como os Iazyges e Carpi, os Taiphalis assediavam a província romana da Dacia em meados do século quarto.  No entanto, a chegada de uma nova ameaça, hunos, da Ásia Central mudou o esquema político da Dácia: "os hunos se lançaram sobre os alanos, os alanos sobre os godos, e os godos sobre o Taifalis e outros sarmatas. Alarico recusou-se a estender suas preparações defensivas para o território Taiphali e os hunos forçaram os Taiphalis a abandonar Oltenia e Muntenia ocidental por volta 370dC. O Taiphalis cruzaram o Danúbio em 377, mas foram derrotados no final do Outono desse ano.  Após a vitória goda em Adrianópolis (378) sob Fritigerno, o rei Alarico começou a atacar o Taiphali . Atanarico não tinha incluído o Taiphali em seus esforços de construção defensiva contra os hunos no ano (376). A quebra da aliança entre os visigodos e Taiphali pode ter tido algo a ver com divergências sobre táticas em função da travessia dos hunos no rio Danúbio, a ser Taiphalis cavaleiros e a infantaria visigodos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algum tempo antes de sua conversão ao cristianismo, Amiano Marcelino escreveu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diz-se que esta nação do Taifali era tão extravagante e tão imerso nas obscenidades da vida, que o espetáculo de todos os tipos de desejos antinaturais, desgastante, tanto o vigor da juventude e da masculinidade na contaminações mais poluídas do deboche.  Mas se algum adulto captura-se um javali ou matasse um urso sozinho, ele era então isentos de todos a obrigatoriedade de submeter-se a tal poluição ignominiosa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Taiphali, provavelmente, nunca foram arianos.  Sua conversão à fé católica ortodoxa provavelmente ocorreu através do evangelismo romano em meados do século quinto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coloni e laeti do Império&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 412, o Taiphalis entraram Aquitania junto com os visigodos após a sua derrota e queda perante Alarico, os Taiphalis foram oficialmente reassentadas como colonos para cultivar terras no norte da Itália (Modena, Parma, Reggio, Emilia) e Aquitania pelo vitorioso rei visigodo Frigerido. A abandonada Oltenia foi liquidada pelos hunos em 400dC.  Alguns Taifals aliados com os hunos já em 378, e alguns foram mais tarde ainda aliada deles na batalha de Châlons (451).  No entanto, a vitória de Adrianópolis em 378 significava que Taiphalis aqueles que permaneceram com os visigodos lutou contra os seus primos Alanos na batalha de Chalons.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Taiphalis em muitas vezes se uniram com os Sármatas e iuniores Citrati pelos romanos e posteriormente por Clovis I. Segundo a Dignitatum Notitia do início do século quinto, havia uma unidade chamada Taifali Equites estabelecido pelo Honório sob a Britanniarum vem em Britannia entre 395 e 398. Possivelmente, esta unidade pode ter sido enviado para a ilha por Stilicho em 399, e podem ter sido a mesma unidade como o honorianos Equites seniores mencionada na mesma época.  Assim, o Equites honorianos Taifali Seniores serviram na Grã-Bretanha, enquanto o Equites honorianos Taifali iuniores serviram na Gália sob o Equitum magister.  Eles usaram o dragão e dispositivo-pérola em seus escudos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Presença na Gália merovíngia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda de acordo com o Notitia, houve uma praefectus Sarmatarum et gentilium Taifalorum, Pictavis no município de Gália, ou seja, um prefeito Sarmatian Taiphali em Poitiers na Gália.  A região de Poitou foi chamado  de Thifalia ou Theiphalia (Theofalgicus) no séc.  O Taifals foram instrumentais para derrotar a cavalaria visigótica mão em mão na Batalha de Vouillé em 507. Por último, o Notitia refere-se a uma tropa chamada Taifali Comites que foram formados pelo imperador Teodósio, o Grande e serviu no Império do Oriente . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob os merovíngios, Theiphalia teve sua dux próprio (Duke). É possível que o laeti Taifal que serviram os romanos também serviu como guarnições para os francos, mas isso não é referido em registros primários. A laeti foram formalmente integrados no estabelecimento militar sob o Merovíngio Childebert I.  Gregório de Tours, a principal fonte sobre os Taiphalis no século VI, diz que um determinado dux franco chamado Austrapius "oprimido" dos Taifals (provavelmente nas proximidades de Tiffauges), eles se revoltaram e mataram. A última menção do Taiphalis foi no ano 565, mas alguns Taiphalis que ficaram em  Oltenia quase certamente participaram da migração Lombarda e invasão da Itália em 568. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3056882872861667913-6531717432085950954?l=sarmatas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sarmatas.blogspot.com/feeds/6531717432085950954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3056882872861667913&amp;postID=6531717432085950954' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/6531717432085950954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/6531717432085950954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sarmatas.blogspot.com/2010/02/taiphalis.html' title='&lt;strong&gt;Taiphalis&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3056882872861667913.post-8960269984199495429</id><published>2010-02-23T15:13:00.000-08:00</published><updated>2010-02-23T15:19:25.424-08:00</updated><title type='text'> Antes</title><content type='html'>&lt;em&gt;A &lt;strong&gt;Antes&lt;/strong&gt; ou antae eram uma antiga união tribal na Europa Oriental que viviam ao norte do Danúbio inferior e o Mar Negro, no 6 º e 7 º século dC, e que estão associados com a cultura Pen'kovo arqueológica.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S4Rh3Uwok9I/AAAAAAAAEKU/eHrfq3zj7PM/s1600-h/Antes+e+seus+vizinhos+no+s%C3%A9culo+6+D.C..png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5441581852863796178" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 350px; CURSOR: hand; HEIGHT: 351px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S4Rh3Uwok9I/AAAAAAAAEKU/eHrfq3zj7PM/s400/Antes+e+seus+vizinhos+no+s%C3%A9culo+6+D.C..png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Antes e seus vizinhos no século 6 D.C..&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Historiografia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procópio e Jordanes mencionaram o Antes como um dos três principais grupos de povos eslavos, que habitavam o norte (à esquerda) do Banco do Danúbio inferior. Eles observaram que parecia e soava «idêntico» (isto é muito semelhante) ao Sclavanoi, que habitava ao longo do Danúbio médio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes a palavra, que significa "exército" em Ugric, é considerado por alguns linguistas a ser um nome Iranic. Eles sugerem que os antes eram uma das tribos Sarmato-Alano que habitaram a região entre o Cáucaso e as estepes ucranianas, talvez entre os Prut e rios menores Dneister. Como eles se mudaram do norte da estepe aberta para a estepe florestal, eles encontraram as tribos eslavas. Eles organizaram as tribos eslavas sob o seu controle e o nome Antes chegou a ser usado para o eslavo misto corpo Alanic. Finalmente, eles foram completamente absorvidos pelos eslavos, mas o nome foi preservado. Uma teoria semelhante existe para outras tribos eslavas, ou seja, sérvios e croatas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por volta do século 4, o Antes tinha evoluído para uma poderosa unidade tribal. Jordanes descreveu como o mais bravo "dessas pessoas que habitavam a curva do mar, de Ponto(Mar Negro), a propagação da Dniester para o Dnieper". Um Antean "Rei" chamado Boz é mencionado. A Antes estavam envolvidos em conflitos com os Godos, que havia migrado para o estepe ucraniano da Escandinávia. Eventualmente sujeitos ao godos, forneceram elementos eslavo encontrado no multi-cultura Chernyakhov étnica. O apogeu do poder Antean ocorreu no século 5. Como os godos foram derrotados pelos hunos, e os hunos, posteriormente deslocado para a bacia da Panónia, o Antes encheu o vácuo de poder resultante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A solução consiste em aldeias sedentárias numerosos entrou em vigor, com criação de gado e da agricultura ser a principal ocupação, vivendo em semi típicas habitações subterrâneas. Eles praticavam bi-ritual enterros apartamento. Eles estavam envolvidos no comércio em escala local, mas também a um "nível internacional», atingindo os mercados romanos e bizantinos. Eles estabeleceram vários castros, conhecido como horodyshcha, onde artesãos e cerâmica produzidos metalwares. Os restos de seus assentamentos foram encontrados por arqueólogos, que atribuiu a cultura Pen'kovka ao Antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns estudiosos, como Francis Dvornik, sugerem que a liga tribal Antean evoluiu para o primeiro estado eslavo, ou mesmo um império que se estende desde o rio Oder, a oeste com o Donets no leste. Na medida do oeste do território Antean, eles se misturaram com os autóctones romanizados no Danúbio e bacias Prut (no sul da Roménia e leste e norte da Bulgária), formando o Ipoteşti-Cândeşti cultura caracterizada por uma fusão de elementos eslavo e bizantino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira invasão documentada em território bizantino estava em 518 dC. A partir de então, os bizantinos contratou o Antes como aliados (foedus), pagando-lhes salários e até mesmo dar-lhes uma cidade abandonada imperial chamado Turris algum lugar ao norte da Ister (Danúbio). Um destacamento de soldados Antean lutou para os bizantinos na Itália contra os ostrogodos. Envolvidos em conflitos com Cutrigurs e Sclavenes, o seu território foi então "devastada" por ataques Avaros no ano 590dC. Eles foram mencionados pela última vez em 602 dC, após o qual a União Antean desaparece da história. É provável que muitos Anteans foram subjugados pelos Avaros e serviram como soldados para os qagans(título de rei avaro), enquanto outros escaparam através do Danúbio para a Moesia imperial. Ambos, de forma independente e sob controle dos Avaros, o povo da "nação Antean" dispersou-se por boa parte da Europa central e sudeste. O estudioso Búlgaro Vasil Zlatarski, teoriza que o Severians, Teverians e Ulichianos são “seus sucessores políticos” . Assim, a sugestão inicial é de serem os ancestrais linguísticas dos búlgaros e macedônios, bem como Eslavos do Leste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3056882872861667913-8960269984199495429?l=sarmatas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sarmatas.blogspot.com/feeds/8960269984199495429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3056882872861667913&amp;postID=8960269984199495429' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/8960269984199495429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/8960269984199495429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sarmatas.blogspot.com/2010/02/antes.html' title='&lt;strong&gt; Antes&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S4Rh3Uwok9I/AAAAAAAAEKU/eHrfq3zj7PM/s72-c/Antes+e+seus+vizinhos+no+s%C3%A9culo+6+D.C..png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3056882872861667913.post-834278082913717198</id><published>2010-02-23T15:12:00.000-08:00</published><updated>2010-02-23T15:13:28.851-08:00</updated><title type='text'>Iássicos</title><content type='html'>&lt;em&gt;O povo &lt;strong&gt;iássico&lt;/strong&gt; ou Jász são um grupo étnico de húngaros que vivem principalmente na Jász-Nagykun-Szolnok condado da República da Hungria.  Eles são de origem osseta e originalmente falava o dialeto iássico da língua osseta.  Hoje, eles falam húngaro e se consideram húngaros, mas um sentimento de identidade iássico étnica "também é preservado entre eles.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Geografia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O povo iássico vivem na região conhecida como "Jászság" (Jazygia), que compreendem a parte norte-ocidental do Jász-Nagykun-county Szolnok.  Seu centro cultural e política é a cidade de Jászberény.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;História&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Jász (iássico) as pessoas eram uma tribo nômade que se estabeleceu no Reino da Hungria no século XIII.  O seu nome é quase certamente relacionado ao dos Iazyges, uma das tribos Sarmatas que, juntamente com os Rhoxolani, atingiu as fronteiras da Dacia durante o primeiro século antes de cristo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Elementos residuais dessas tribos, os ancestrais dos Jász, ficou para trás na região central do Norte do Cáucaso, misturando-se com os povos do Cáucaso para formar os ossetas atuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Jász veio a Hungria, junto com o Cumanos do Oriente, incluindo a Moldávia (ver Jaszvasar / Iaşi), perseguida pelo Mongol - tártaros.  Eles foram admitidos pelo rei húngaro, Béla IV Árpád, esperando que o Jassics ajudaria a resistir a uma invasão tártaro-mongol.  Pouco tempo após a sua entrada, a relação piorou dramaticamente entre a nobreza húngara e as tribos Cumanian-iássico, que em seguida abandonaram o país.  Após o fim da ocupação mongol eles voltaram e se instalaram na parte central da planície húngara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente a sua principal ocupação foi a criação animal.  Durante os próximos dois séculos foram totalmente assimilados à população húngaro, sua língua praticamente desapareceu, mas preservaram a sua "iássico identidade" e sua autonomia regional foi mantida até o ano 1876.  Mais de uma dúzia de assentamentos na Hungria Central (ex. Jászberény, Jászárokszállás, Jászfényszaru, Jászalsószentgyörgy) ainda mantenha seu nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Língua&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O único registro literário da língua Jász foi encontrado em 1950 no Nacional Húngaro Széchényi Biblioteca.  O idioma foi reconstruído com a ajuda de diversas analogias da Ossétia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3056882872861667913-834278082913717198?l=sarmatas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sarmatas.blogspot.com/feeds/834278082913717198/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3056882872861667913&amp;postID=834278082913717198' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/834278082913717198'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/834278082913717198'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sarmatas.blogspot.com/2010/02/iassicos.html' title='&lt;strong&gt;Iássicos&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3056882872861667913.post-5528895403441682203</id><published>2010-02-23T15:11:00.001-08:00</published><updated>2010-04-07T10:28:27.941-07:00</updated><title type='text'>Siraces</title><content type='html'>&lt;em&gt;O &lt;strong&gt;Siraces&lt;/strong&gt; (em grego: Sirakoi, latim: Siraci) eram uma tribo Sarmata helenizada que habitou a costa da "Achardeüs" no Mar Negro, ao sul do montanhas do Cáucaso. Diziam ser uma nação relativamente pequena, mas com grande moral. Eles eram vizinhos a tribo inimiga depois de Alanos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7y_zjnkEPI/AAAAAAAAEm0/UI971ku5NGs/s1600/Mapa+do+Imp%C3%A9rio+Romano+sob+Adriano+(reinou+117-38+dC),+mostrando+a+localiza%C3%A7%C3%A3o+do+Siraces+(ou+Siraci)+na+regi%C3%A3o+do+C%C3%A1ucaso+do+Norte.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5457447740921614578" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 237px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7y_zjnkEPI/AAAAAAAAEm0/UI971ku5NGs/s400/Mapa+do+Imp%C3%A9rio+Romano+sob+Adriano+(reinou+117-38+dC),+mostrando+a+localiza%C3%A7%C3%A3o+do+Siraces+(ou+Siraci)+na+regi%C3%A3o+do+C%C3%A1ucaso+do+Norte.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mapa do Império Romano sob Adriano (117-38 d.C), mostrando &lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;a localização dos Siraces (ou Siraci) na região Norte do Cáucaso.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Eles migraram do Mar Cáspio para a região do Mar Negro. No final do século 4, eles ocuparam as terras entre as montanhas do Cáucaso e o Don, tornando-se senhores da região de Kuban. Eles foram a primeira tribo Sarmata a ter contato com os grupos Helenizados, na costa do Mar Negro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 310-309 aC Aripharnes seu rei tomou parte na guerra de sucessão do reino do Bósforo e perdeu uma batalha no Thates (afluente do rio Kuban).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No século 1 aC, durante o reinado de Farnaces II do Ponto, Rei do Siraces Abeacus organizado 20.000 cavalos depois da ocupação romana do Reino de Pontus (63-62 aC).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles e os Alanos eram comerciantes que negociavam com os bens da Babilônia e Índia através dos armênios e medos, com camelos. Eles lucraram muito com isso, visto em suas roupas atribuídas com muito ouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;King Zorsines lutou no Bósforo com Mitridates da Arménia, o rei da Armênia, contra o Dandaridae. Mitridates seu aliado mais tarde se volta contra os romanos que Mitridates havia colocado no trono em 41. Mitridates ilude os romanos e recupera o seu reino. Na Guerra do Bósforo, o Alanos sob o príncipe Eunones, juntam-se aos romanos e atacam as terras de Mitridates, Aquila e Coty e cercam USPE em 49 dC (A cidade oferece 10.000 escravos para a sua capitulação, mas a assalto continua com a vitória romana), Zorsines finalmente decide deixar Mitridates para governar sua terra natal, depois de dar reféns para os romanos e, portanto, fazer a paz. Ele reconheceu a superioridade do imperador romano Cláudio e o poder dos Siraces enfraqueceu-se.&lt;br /&gt;Em 193 dC, depois de outro conflito no Bósforo, o Siraces desaparece da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredita-se que eles tinham uma ligação com os serboi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3056882872861667913-5528895403441682203?l=sarmatas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sarmatas.blogspot.com/feeds/5528895403441682203/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3056882872861667913&amp;postID=5528895403441682203' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/5528895403441682203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/5528895403441682203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sarmatas.blogspot.com/2010/02/siraces.html' title='&lt;strong&gt;Siraces&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7y_zjnkEPI/AAAAAAAAEm0/UI971ku5NGs/s72-c/Mapa+do+Imp%C3%A9rio+Romano+sob+Adriano+(reinou+117-38+dC),+mostrando+a+localiza%C3%A7%C3%A3o+do+Siraces+(ou+Siraci)+na+regi%C3%A3o+do+C%C3%A1ucaso+do+Norte.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3056882872861667913.post-2934725795094593304</id><published>2010-02-23T14:56:00.000-08:00</published><updated>2010-02-23T15:03:10.813-08:00</updated><title type='text'>Tasius</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Tasius&lt;/strong&gt; é o nome dado por Estrabão ao rei dos Rhoxolani, uma tribo Sarmata.  &lt;br /&gt;Cerca de 100 aC, Tasius conduziu uma invasão a Criméia, em apoio ao Líder Cita Palacus. Ele foi derrotado pelo general do ponto Diofante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3056882872861667913-2934725795094593304?l=sarmatas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sarmatas.blogspot.com/feeds/2934725795094593304/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3056882872861667913&amp;postID=2934725795094593304' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/2934725795094593304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/2934725795094593304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sarmatas.blogspot.com/2010/02/tasius.html' title='&lt;strong&gt;Tasius&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3056882872861667913.post-5791441732841487399</id><published>2010-02-23T14:55:00.000-08:00</published><updated>2010-02-23T15:02:49.172-08:00</updated><title type='text'>Sarosios</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Sarosios&lt;/strong&gt; foi o rei dos alanos no século 6, enquanto eles ainda estavam na Ucrânia. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Ele atuou como negociador diplomático entre os Pseudo-refugiados Avaros turcos da Ásia Central  liderada por Kandik e Justiniano I em 557 e novamente entre Justin II e em 569 dos quais nós aprendemos que Avaros que Sarosios ajudou em 557 foram renegados dos heftalitas (que renderam-se ao göktürks &amp; Pérsia em 567) e, aparentemente, não tinha o direito de usar o título Avaro Khagan.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os laços diplomáticos que Sarosios tinha conduziram a um acordo com o Göktürk Imperador Maurice, em 598 para apoiar um governante, Sandilch, aprovado pelo clã Ashina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3056882872861667913-5791441732841487399?l=sarmatas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sarmatas.blogspot.com/feeds/5791441732841487399/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3056882872861667913&amp;postID=5791441732841487399' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/5791441732841487399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/5791441732841487399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sarmatas.blogspot.com/2010/02/sarosios.html' title='&lt;strong&gt;Sarosios&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3056882872861667913.post-1016053788585276881</id><published>2010-02-23T14:53:00.002-08:00</published><updated>2010-02-23T15:02:07.625-08:00</updated><title type='text'>Zorsines</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Zorsines&lt;/strong&gt; (sérvio: Зорсинес) foi um rei dos Siraces mencionados no "Annals Tácito" do Império Romano (XII.15-19) em torno de 50 dC, um povo que ele relata como residindo em algum lugar entre as montanhas do Cáucaso e do rio Don.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele lutou no Bósforo com Mitridates da Arménia, o rei da Armênia, contra o Dandaridae.  Mitridates se tornou seu aliado e mais tarde o ajudou contra os romanos que colocá-lo no trono em 41.  Mitridates iludiu os romanos e recupera o seu reino.  Na Guerra do Bósforo, o Alanos sob o príncipe Eunones, juntam-se aos romanos e atacam as terras de Mitridates,  Aquila e Coty e cercam USPE  em 49 dC  (A cidade oferece 10.000 escravos para a sua capitulação, mas a assalto continua com a vitória romana), Zorsines finalmente decide deixar Mitridates para governar sua terra natal, depois de dar reféns para os romanos e, portanto, fazer a paz.  Ele reconheceu a superioridade do imperador romano Cláudio e o poder dos Siraces enfraqueceu-se. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3056882872861667913-1016053788585276881?l=sarmatas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sarmatas.blogspot.com/feeds/1016053788585276881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3056882872861667913&amp;postID=1016053788585276881' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/1016053788585276881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/1016053788585276881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sarmatas.blogspot.com/2010/02/zorsines.html' title='&lt;strong&gt;Zorsines&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3056882872861667913.post-5854144346356140963</id><published>2010-02-23T14:53:00.001-08:00</published><updated>2010-02-23T15:01:46.346-08:00</updated><title type='text'>Amage</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Amage&lt;/strong&gt; foi uma rainha Sarmata que, com relatos de Polyaenus, governou como regente de seu marido incapacitado no século 4 aC..  &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela foi muito guerreira, e uma vez enviou uma carta a um príncipe cita avisando-lhe para parar as suas incursões em seus protetorados na Criméia.  Quando ele ignorou este aviso, Amage dirigiu-se com 120 homens para a Cítia e o atacou, matando seus guardas, matando os seus amigos e familiares, pessoalmente matou o príncipe"em um duelo de espada".  Ela permitiu que seu filho governasse em seu lugar o seu povo com a condição que ele cumpri-se seus editais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3056882872861667913-5854144346356140963?l=sarmatas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sarmatas.blogspot.com/feeds/5854144346356140963/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3056882872861667913&amp;postID=5854144346356140963' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/5854144346356140963'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/5854144346356140963'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sarmatas.blogspot.com/2010/02/amage.html' title='&lt;strong&gt;Amage&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3056882872861667913.post-7811680892552810726</id><published>2010-02-23T14:51:00.002-08:00</published><updated>2010-02-23T15:01:08.752-08:00</updated><title type='text'>Respendial</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Respendial&lt;/strong&gt; ou Respindal era rei de um grupo de alanos na Europa Ocidental no início do século 5.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Respendial era rei de um dois grupos de alanos, que cruzaram o Reno para o Império Romano em 407 dC.  O outro grupo era liderado por Goar, que juntou os romanos; Respendial aliou-se ao vândalos, que ele ajudou em uma batalha contra os francos, depois que o rei vândalo Godegisílio foi morto. Junto com os Silingos e vândalos Asdingos e um grupo dos Suevos, os alanos de Respendial cruzaram a Gália e se estabeleceram em Espanha em 409.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O destino de Respendial é desconhecido, por 426, ele foi sucedido por Ataces, que foi morto quando os visigodos invadiram a Espanha.  Este grupo de alanos, posteriormente uniu-se com os vândalos Asdingos, com quem dirigiram-se para África e estabeleceram um reino independente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3056882872861667913-7811680892552810726?l=sarmatas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sarmatas.blogspot.com/feeds/7811680892552810726/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3056882872861667913&amp;postID=7811680892552810726' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/7811680892552810726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/7811680892552810726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sarmatas.blogspot.com/2010/02/respendial.html' title='&lt;strong&gt;Respendial&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3056882872861667913.post-4118033055758188848</id><published>2010-02-23T14:51:00.001-08:00</published><updated>2010-02-23T15:00:43.546-08:00</updated><title type='text'>Sangiban</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Sangiban&lt;/strong&gt; foi um rei de Alan do século V, no momento da invasão de Attila a Gália (451). &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Ele foi o sucessor de Goar como rei dos foederati Alan que se instalarou na região em torno Aurelianum (moderna Orléans).  Segundo Jordanes, Sangiban havia prometido a Átila para abrir os portões da cidade antes da batalha de Chalons e entregar Aurelianum aos hunos.  Suspeitando que disto, os romanos e os visigodos colocaram Sangiban no centro da linha de oposição dos hunos, onde poderiam impedi-lo de desertar. Assim, os alanos suportaram o peso principal do assalto do Huno, enquanto os godos foram capazes de flanquear os hunos e, finalmente, levá-los de volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jordanes não registrou se Sangiban sobreviveu à batalha.  Mas, em qualquer caso, os alanos do Aurelianum foram conquistados pelos visigodos, alguns anos depois e incorporados no Reino gótico de Toulouse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3056882872861667913-4118033055758188848?l=sarmatas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sarmatas.blogspot.com/feeds/4118033055758188848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3056882872861667913&amp;postID=4118033055758188848' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/4118033055758188848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/4118033055758188848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sarmatas.blogspot.com/2010/02/sangiban.html' title='&lt;strong&gt;Sangiban&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3056882872861667913.post-5867222576874550539</id><published>2010-02-23T14:46:00.000-08:00</published><updated>2010-02-23T14:50:47.560-08:00</updated><title type='text'>Goar</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Goar&lt;/strong&gt; (nascido antes de 390, morreu entre 446 e 450) foi um líder dos alanos no século 5 Gália.  Ele levou seus seguidores ao longo do Reno, durante o multi-invasão da tribo na Gália em 406, mas rapidamente se juntou ao romanos e, posteriormente, desempenhou um papel na política interna da Gália.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Invasão da Gália&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goar é mencionado pela primeira vez em Gregório de Tours 's descrição da invasão dos bárbaros sobre o Reno congelado em 31 de dezembro, 406.  Um número de tribos tomaram parte nesta invasão, incluindo os alanos de Goar, outra paraticipação dos alanos liderada por Respendial, os vândalos Asding liderada por Godegisílio, os vândalos Siling, e vários grupos de suevos.  Não é indicado onde se originou a partir destes grupos, embora a maioria dos historiadores identificar estes com os alanos acentados por Graciano na Pannonia em 380dC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Gregório, a Igreja aliou-Francos, os vândalos atacaram Asding pelo Mainz, enquanto eles estavam no meio da travessia, morto Godegisílio, e estavam à beira do extermínio da tribo.  Mas nesse ponto o rei Alan outros, Respendial, veio para os vândalos 'salvamento e derrotou os francos ", embora Goar tinha ido para os romanos."  Não está claro a partir da conta de Gregório Goar se realmente se uniu aos francos na luta contra seus colegas de invasores, mas em qualquer caso, ele permaneceu na Gália, enquanto os Vândalos, Suevos e Alanos Respendial continuou em Espanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Usurpação Jovinus&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goar próxima aparece em 411, quando o rei ele e Gundahar, dos burgúndios, juntou-se à criação do galo-senador romano Jovinus como imperador romano em Mainz (como descrito por Olimpiodoro de Tebas).  Ao mesmo tempo, um outro imperador usurpador, Constantino III, estava sendo sitiada em Arles pelo general Honório", o futuro imperador Constâncio III.  Apoiantes de Constantino na Gália do norte desertou para Jovinus, contribuindo para a derrota de Constantino.  Jovinus Constâncio, em seguida, ameaçou com "Burgúndios, Alamanos, Francos, Alanos, e todo o seu exército" (presumivelmente incluindo Goar).  Usurpação Jovinus "foi colocado para baixo, dois anos depois, no entanto, quando os visigodos entraram Gália após a sua saque de Roma no ano anterior.  O rei visigodo Ataulfo, após um período de indecisão, ao lado do governo de Honório em Ravenna e Jovinus derrotado na Valentia.  A resposta de Alan e borgonhesa a esta derrota não é registrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cerco de Bazas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de derrotar Jovinus, os visigodos entraram em conflito com a renovada Honório; este conflito culminou com o cerco de Bazas em 414.  De acordo com Paulino de Pella, que estava entre os sitiados na época, os visigodos eram apoiados por um grupo de alanos (cujo rei, ele descreve, mas não o nome).  Paulino, que já tinha estabelecido uma amizade com o rei Alan, convenceu-o a romper com os godos e laterais com os defensores romana da cidade.  O líder Alan fez, entregando sua esposa e filho para os romanos como reféns.  Os visigodos então retirou Bazas e retirou-se para Espanha, enquanto os alanos foram resolvidos como aliados dos romanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os historiadores estão divididos sobre se o rei Paulino 'Alan anônimas devem ser identificados com Goar, ou com algum líder Alan contrário de outros desconhecidos que poderiam ter sido acompanha os visigodos já que a Itália ou antes.  A identificação deste implicaria que Goar tinha se aliado com Athaulf após a derrota dos godos "de Jovino, a última hipótese implicaria que a partir deste momento em diante, houve um grupo, segundo distintas de alanos na Gália, para além dos Goar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bispo Germano de Auxerre&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua vida de São Germano de Auxerre, Constâncio de Lyon descreve um confronto entre Germano e um rei dos alanos c.  446.  Este rei tinha sido ordenada por Aécio para acabar com uma revolta de Bagaudae na toponímia, mas Germano convencê-lo a adiar o ataque enquanto ele tem a confirmação das ordens do imperador na Itália.  Constâncio dá o nome deste rei como "Eochar", mas muitos historiadores vêem isso como um erro de escriba para "Gochar" (nome dado Goar aparece em algumas fontes neste formato).  Outros historiadores objeto para essa identificação, pois isso implicaria que Goar carreira como líder dos alanos durou mais de quarenta anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, a Chronica Gallica de 452 relatos de que um outro líder Alan, Sambida, foi dada a terra ao redor Valentia em 440, alguns anos antes Germano confronto "com os alanos.  Se apenas um reino dos alanos Assume-se que existiam na Gália, isso implicaria que Goar já havia sido sucedido por Sambida antes de 440, e que Sambida foi então sucedido por Eochar.  Se, por outro lado, dois reinos são assumidos, Eochar pode ser idêntica à Goar, um sucessor de Goar, ou um sucessor de Sambida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Chronica Gallica descreve outra concessão de terras para alanos por Aécio, dois anos depois (442), em que os Romanos que ocupam a terra se opôs à concessão e tiveram que ser expulsos pela força.  Nem o líder destes alanos, nem a localização do terreno, é mencionada na crônica, mas muitos historiadores associam a este evento com Goar também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em qualquer caso, alanos Goar são universalmente identificado com o grupo de perto de alanos Orleans que ajudou a repelir Attila 's invasão em 451, e que eram liderados na época por Sangiban colocando-o fim do reinado Goar, se a identificação com Eochar é aceito , algures entre 446 e 450.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3056882872861667913-5867222576874550539?l=sarmatas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sarmatas.blogspot.com/feeds/5867222576874550539/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3056882872861667913&amp;postID=5867222576874550539' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/5867222576874550539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/5867222576874550539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sarmatas.blogspot.com/2010/02/goar.html' title='&lt;strong&gt;Goar&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3056882872861667913.post-1686480710730347928</id><published>2010-02-22T08:29:00.000-08:00</published><updated>2010-04-07T10:09:00.073-07:00</updated><title type='text'>Iazyges</title><content type='html'>&lt;em&gt;Os &lt;strong&gt;Iazyges&lt;/strong&gt; conhecidos também como Jaxamatae, Ixibatai, Iazygite, Jászok, Aszi. Eles eram um ramo do povo Sarmata que à partir de 200 aC, migraram para oeste à partir da Ásia Central para as estepes do que é hoje a Ucrânia. Pouco se sabe sobre sua língua, mas era uma das línguas iranianas.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S5VgedAOaNI/AAAAAAAAETc/Swrs5z3taEQ/s1600-h/barbarians.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5446365400672397522" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 241px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S5VgedAOaNI/AAAAAAAAETc/Swrs5z3taEQ/s400/barbarians.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Antiguidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Iazyges fizeram a sua primeira aparição ao longo do Mar de Azov, conhecido pelos antigos gregos e romanos como a Maeotis. Por esta razão, são referidos pelo geógrafo Ptolomeu como a Metanastae Iazyges. De lá, o Jazyges moveram-se para oeste ao longo das margens do Mar Negro ao que é hoje Moldávia e sudoeste Ucrânia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S5VhJsX3izI/AAAAAAAAETk/5a-VzdBL0p0/s1600-h/Iazyge%2BPe%25C3%25A7a%2Bem%2Bmetal%2BS%25C3%25A1rmata,%2Bprocedente%2Bda%2BSib%25C3%25A9ria%2BOcidental_.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5446366143532469042" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 242px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S5VhJsX3izI/AAAAAAAAETk/5a-VzdBL0p0/s320/Iazyge%2BPe%25C3%25A7a%2Bem%2Bmetal%2BS%25C3%25A1rmata,%2Bprocedente%2Bda%2BSib%25C3%25A9ria%2BOcidental_.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Guerreiro Iazyge. Peça em metal Sármata, procedente da Sibéria Ocidental.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Serviram como aliados de Mitrídates VI Eupator, rei de Ponto (no que é hoje o oeste da Turquia), em suas guerras contra os Romanos (c. 88-84 aC). Em 78-76 aC, os romanos enviaram uma expedição punitiva sobre o Danúbio, na tentativa de intimidar o Jazyges.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal inimigo de Roma, ao longo do baixo Danúbio nesta época eram os dácios. Em 7 aC, quando o reino da Dácia construído por Burebista começou a desmoronar, os romanos se aproveitou e incentivou o Jazyges de se instalar na planície da Panónia, entre o Danúbio e o Tisza (Theiss) Rivers.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Época romana&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7y7QpIsuGI/AAAAAAAAEmc/8KAjj0lDYB4/s1600/O+Imp%C3%A9rio+Romano+sob+Adriano+(reinou+117-38),+mostrando+a+localiza%C3%A7%C3%A3o+dos+S%C3%A1rmatas+Iazyges+na+plan%C3%ADcie+do+rio+Tisza+(Hungria).png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5457442743060838498" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 237px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7y7QpIsuGI/AAAAAAAAEmc/8KAjj0lDYB4/s400/O+Imp%C3%A9rio+Romano+sob+Adriano+(reinou+117-38),+mostrando+a+localiza%C3%A7%C3%A3o+dos+S%C3%A1rmatas+Iazyges+na+plan%C3%ADcie+do+rio+Tisza+(Hungria).png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O Império Romano sob Adriano (117-38), mostrando &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;a &lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;localização &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;dos Sármatas Iazyges na planície do rio Tisza (Hungria).&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Eles foram divididos em livres e servos (Sarmatae Limigantes). Estes servos tinham um modo de vida diferente e provavelmente foram uma constante população mais velha, escravizados pelos Iazyges. Levantaram-se contra eles em 34 dC, mas foram reprimidos pela ajuda externa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os romanos queriam dominar a Dacia, mas o Iazyges se recusaram a cooperar. O Iazyges permaneceram nômades, pastorendo o seu gado em que é hoje o sul da Roménia durante o verão para molhá-los ao longo do Mar Negro, uma conquista romana da Dácia cortaria essa rota. O imperador romano Domiciano ficou tão preocupado com a Iazyges que ele interrompeu uma campanha contra a Dacia a atormentá-los e os suevos, uma tribo germânica que habitavam ao longo do Danúbio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos 92 primeiros, o Iazyges, em aliança com os Sármatas adequada e o Quadi germânica, atravessaram o Danúbio na província romana da Panônia (moderna Croácia, Sérvia norte, e Hungria ocidental). Em maio, o Iazyges derrotaram a legião romana Legio XXI Rapax, logo depois acabou em desgraça. A luta continuou até que a morte de Domiciano em 96.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 101-105, o guerreiro imperador Trajano, finalmente conquistou o dácios, reduzindo suas terras para uma província romana. Em 107, Trajano mandou seu general, Adriano, para forçar a Iazyges a render-se. Em 117, Trajano morreu e foi sucedido por Adriano, que se mudou para consolidar e proteger os ganhos do seu predecessor. Enquanto os romanos mantiveram Dacia, o Iazyges ficaram independentes, aceitando um relacionamento como cliente com Roma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto Roma manteve-se poderosa, a situação poderia ser mantida, mas no final do século segundo, o Império foi se tornando cada vez mais sobrecarregado. No verão de 166, enquanto os romanos foram amarrados em uma guerra com a Pártia, os povos nômades do norte do Danúbio, a Marcomanni, o Naristi, os vândalos, o Hermanduri, o Longobardi e os quados, se dirigiram para Sul do Danúbio para invadir e saquear as províncias romanas expostas. O Iazyges aderiram a esta ofensiva geral em que eles mataram Calpurnius Proculus, o governador romano da Dacia. O imperador romano Marco Aurélio passou o resto de sua vida tentando restabelecer a situação. Em 170, o Iazyges derrotaram e mataram Claudius Fronto, governador romano da Baixa Moesia. Operando a partir de Sirmium (hoje Sremska Mitrovica, Vojvodina, Sérvia) sobre o rio Sava, Marcus Aurelius moveu-se contra os Iazyges pessoalmente. Depois de lutar duramente, a Iazyges foram pressionados para dentro do limite de seu território.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, em 175, Avidius Cassius liderou uma revolta no Oriente, interrompendo a campanha. Neste ponto, o rei dos Iazyges, Zanticus, fez as pazes com Marco Aurélio, rendendo-se, diz-se, 100.000 cativos romanos. O Iazyges também foram obrigados a fornecer os romanos com 8.000 cavalaria para servir no exército romano como auxiliares. Cerca de 5.500 deles foram embarcados para servir no exército romano na Grã-Bretanha, é a teoria que eles podem ter desempenhado um papel no desenvolvimento da lenda arturiana. A vitória de Marco Aurélio foi decisiva para que o Iazyges não aparececem novamente como uma grande ameaça para Roma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de 230 D.C., os vândalos Asding empurram para o norte os Iazyges. Os vândalos, e novas coalizões tribais germânicas como os Alamanos e os francos tornaram-se agora as principais preocupações de Império. Em 371, os romanos se viram aptos a construir um centro comercial fortificado, Commercium, para controlar o comércio com o Iazyges.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Antiguidade Tardia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Antiguidade Tardia, os registros tornam-se muito mais escassos, e os Iazyges geralmente deixam de ser mencionado como uma tribo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Idade Média&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Idade Média, um outro povo iraniano apareceu no leste da Europa, o Jazones (chamado em latim também diplomas de Philistei / Filistei da nação bíblica), que provavelmente veio para o Reino da Hungria em conjunto com o Cumanos no século 13 depois que eles foram derrotados pelos mongóis. Béla IV, rei da Hungria lhes concedeu asilo e eles se tornaram uma comunidade privilegiada com o direito de auto-governo. Mas, logo após a sua entrada, a relação piorou dramaticamente entre a nobreza húngara e as tribos dos Cumanos e iássico e eles deixaram o país. Após o fim da ocupação mongol Tatar eles voltaram e foram instalados na parte central da planície húngara. Inicialmente, a sua principal ocupação foi a criação animal. Durante os próximos dois séculos foram totalmente assimilados à população húngaro, sua língua desapareceu, mas iássico foi preservado a sua identidade e a sua autonomia regional até 1876. Mais de uma dúzia de assentamentos na Central da Hungria (ex. Jászberény, Jászárokszállás, Jászfényszaru) ainda carregam seu nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficaram um grupo distinto etnográfico até hoje sob o nome jászok Húngaro (Jász ou singular).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O único registro literário da língua iássico foi encontrado em 1950 na Biblioteca Nacional Húngaro Széchényi na parte traseira de um diploma de 1443. Ele contém uma Jász curto vocabulário latim para os monges no mosteiro recém-fundada nas montanhas Pilis (NW de Budapeste), pois o povo Jász foram assentadas na área (por exemplo, a aldeia Pilisjászfalu de hoje - uma área diferente do território autónomo em torno Jász Jászberény).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nome da cidade romena Iaşi vem do nome do Iazyges.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ligação entre o Jazones (Yazones) eo Iazyges é contestado. A maioria dos estudiosos húngaro alegação de que eram dois diferentes grupos Sarmatian, e o Jazones são parentes dos alanos e os ossetas. Outros pensam que o Iazyges ou migraram para o leste para as estepes na confusão dos hunos e invasões Avaros do séculos 5 ao 7, ou o Iazones eram um ramo fresco do Iazyges que nunca antes haviam se mudado oeste e permaneceu durante todo este período em que é hoje o sul da Rússia. Mas, com base no diploma acima de suas línguas devem ser muito próximos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3056882872861667913-1686480710730347928?l=sarmatas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sarmatas.blogspot.com/feeds/1686480710730347928/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3056882872861667913&amp;postID=1686480710730347928' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/1686480710730347928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/1686480710730347928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sarmatas.blogspot.com/2010/02/iazyges.html' title='&lt;strong&gt;Iazyges&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S5VgedAOaNI/AAAAAAAAETc/Swrs5z3taEQ/s72-c/barbarians.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3056882872861667913.post-1787963863983968536</id><published>2009-12-22T06:27:00.000-08:00</published><updated>2009-12-22T06:48:35.211-08:00</updated><title type='text'>Ataces</title><content type='html'>&lt;em&gt;Atax ou Ataces foi o rei de um dos subgrupos Alanos que invadiu a Lusitânia, Península Ibérica, e a quem é atribuída a destruição de Conímbriga e a construção de Coimbra e Alenquer.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;História&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 411 o imperador Honório, após um prolongado período de guerra civil, estabeleceu um pacto com os Alanos que lhes concedia a Lusitânia. Lá fundaram seu reino sediado em Pax Julia, a actual cidade de Beja, em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/SzDZqLStd-I/AAAAAAAADV0/Qxk4JVEs8wQ/s1600-h/cerco+alano.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 259px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/SzDZqLStd-I/AAAAAAAADV0/Qxk4JVEs8wQ/s400/cerco+alano.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418069670335707106" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca do ano de 417, Ataces desejando mais terras, saiu com o seu exército invadindo os territórios dos Suevos, ao qual tirou todo o território que lhe tocou receber ainda incluído nos limites da Lusitânia, Os alanos não conseguiram, apesar de muitos esforços, conquistar Festabole, devido o apoio dos romanos locais aos suevos, os Alanos empurram os Suevos até à margem direita do rio Douro, onde hoje se situa a cidade do Porto. Os Alanos foram posteriormente expulsos pelos Suevos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Brasão da Cidade de Coimbra&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ataces, depois de destruir completamente a cidade de Conímbriga, decidiu fundar ou restaurar uma outra com o mesmo nome na margem direita do rio Mondego.&lt;br /&gt;Quando Ataces andava a dirigir a edificação dessa nova Coimbra, eis que subitamente surge o rei suevo Hermenerico com o seu exército, para dela se apoderar e se vingar de derrotas sofridas. O combate que se travou entre as duas facções foi de tal modo sangrento que as águas do Mondego se tingiram de vermelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hermenerico retirou-se para o Norte, mas Ataces foi em sua perseguição e o rei suevo viu-se forçado a pedir a paz. Para tanto, ofereceu ao vencedor a mão da princesa Cindazunda, sua filha. Como é de regra em tais casos, diz a lenda que Cindazunda era extremamente bela e que Ataces logo dela se enamorou. Vem o régio par de noivos a caminho de Coimbra, acompanhado de sogro e pai, e em breve se realizam os esponsais e bodas, com a magnificência devida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/SzDbVOjb0XI/AAAAAAAADV8/8ktIUHpqYFQ/s1600-h/s320x240.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 176px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/SzDbVOjb0XI/AAAAAAAADV8/8ktIUHpqYFQ/s400/s320x240.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418071509457162610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Brasão da Cidade de Coimbra&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para comemorar tão extraordinário acontecimento, Ataces concedeu à cidade de Coimbra o brasão que ainda hoje se mantém no fundamental. A donzela coroada é Cindazunda; a taça representa o seu casamento com Ataces; o leão é o timbre de Ataces; o dragão, o timbre de Hermenerico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Morte&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ataces morreu em batalha contra os visigodos, próximo a Mérida, em 419.&lt;br /&gt;Os alanos sobreviventes apelaram ao rei vândalo Gunderico para aceitar a coroa alana. Depois os reis vândalos do norte da África se auto-intitularam Rex Wandalorum et Alanorum (Rei dos Vândalos e Alanos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fontes:&lt;/strong&gt; Enciclopédia, Wikipédia, Blog rco2000 e muitos outros...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3056882872861667913-1787963863983968536?l=sarmatas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sarmatas.blogspot.com/feeds/1787963863983968536/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3056882872861667913&amp;postID=1787963863983968536' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/1787963863983968536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/1787963863983968536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sarmatas.blogspot.com/2009/12/ataces.html' title='&lt;strong&gt;Ataces&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/SzDZqLStd-I/AAAAAAAADV0/Qxk4JVEs8wQ/s72-c/cerco+alano.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3056882872861667913.post-2536220869133491606</id><published>2009-11-01T06:55:00.000-08:00</published><updated>2010-08-20T07:37:58.000-07:00</updated><title type='text'>Religiões dos Povos das Estepes e Tundras </title><content type='html'>Os povos do tronco Escito-Sármata são herdeiros de uma história de guerras por sobrevivência e criação de múltiplos reinos e impérios de curta duração ao longo de vastas extensões de terras em contínua alterações de fronteiras. Sob a égide do ambiente hostil e dinâmico das estepes, espécie de vegetação que percorre toda a Eurásia desde o Oriente da Europa, passando pela faixa superior dos Bálcãs e dos Cárpatos, sumindo por sobre os mares Negro e Cáspio, difundindo-se por todo o Cáucaso e Ásia Menor até enfim alcançar ao extremo sul da Rússia, na fronteira com a China, e se mesclando culturalmente aos povos dos desertos da Mongólia e da Tundra e Taiga do Ártico ao extremo mais extremo da Ásia, as estepes figuram como uma das vegetações mais agressivamente habitadas ao longo dos séculos e milênios de toda a história mundial! Tratar dos povos habitantes das estepes é portanto, traçar um resumo de toda a História da Guerra, demonstrar o desenvolvimento da metalurgia e a domesticação dos cavalos, recriar sociedades que a despeito de seus componentes guerreiros eram, muitas vezes justamente por isso, em grande parte, democráticas sexualmente promovendo a ascenção de homens e de mulheres como líderes na paz, sempre curta, e nas guerras, prolongadas. Aqui não há espaço apenas para homens, pois muitas são as rainhas guerreiras que inspiram, e nos panteões daqueles que adeririam ao politeísmo, a guerra e a justiça podem muito bem ser femininas! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RELIGIÕES DOS POVOS DAS ESTEPES E TUNDRAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Xamanismos-Animismos Eurásicos, Altáicos e Paleossiberianos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois veios xamânico-animistas parecem surgir etnicamente na Ásia Central: em uma parte entre povos caucasianos, alguns indo-europeus, outros fino-ugricos, outros eslavos, e sem falar naqueles de composição desconhecida, mesclando tradições semelhantes entre si mas com origens étnicas nem sempre equivalentes; e outra parte composta por povos uralo-altáicos, de característica semelhante à dos mongóis e dos paleossiberianos. Ambos os veios geraram tanto xamanismos de cura quanto xamanismos guerreiros, mas ambos possuem uma coisa em comum: seus surgimentos quase na mesma porção do mundo. A outra semelhança é o fato de ambos os xamanismos terem sido originalmente naturais, com alguns elementos binários, rurais, assentados portanto em uma visão monista, em que a natureza representa em seu todo uma divindade, envolvendo o cosmos e mesmo até o caos e o nada, tudo, integrando-se e se harmonizando e tendo nas divindades suplementares ou hierarquias divinas meras manifestações da divindade total, panteisticamente falando. Há muitos povos, alguns dos quais ainda existentes, que se enquadram nessas categorias, aqui porém, me limitarei a alguns aos quais julgo pertinentes ao  Ocidente ou dos quais disponho de mais informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;POVOS DAS ESTEPES, DESERTOS E MONTANHAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Citas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Citas, ainda existentes, mas pacificados pelos czares, já foram na Antigüidade um dos povos mais violentos, mais temidos e que mais terras dominava, mesmo que não possuissem muitas cidades no ponto de vista da urbanização mesopotâmica. Algumas cidades porém existiam, como Pazirik. Considerados como sangüinários, possuiam um xamanismo guerreiro assentado totalmente sobre as virtudes da guerra, mas também eram lavradores e comerciantes. Alguns de seus hábitos, alógenos aos dos demais povos, mas muito semelhantes aos de alguns grupos indígenas das Américas, eram o escalpo e a utilização das peles de seus inimigos para a confecção de ornamentos, roupas e artigos pessoais, sem falar nas famosas taças feitas com o crânio do inimigo morto, costume que gerará o brinde sueco skol e sua variável inglesa skull, termos que significam caveira. Os Citas, assim como seus parentes Sármatas englobam diversas nações diferentes entre si, porém é mais fácil falar em uma nação Cita do quê em uma nação Sármata, por isso frequentemente se lê a nação Cítica, e as nações Sarmáticas, isso ocorre porque os Sármatas por um lado possuem muito mais etnias do que os Citas, sendo difícil classificá-los, mesmo porque alguns são miscigenações, e por outro lado, justo por isso, os Sármatas geraram mais Estados Sámatas do que os Citas geraram Estados Cíticos, aliás , em termos de Estados, só havia, em teoria, do lado Cita, aquilo que os gregos chamavam por Scythia ou também Skutha, entre outras denominações. Habitando da Ucrânia até ao Estreito de Bhering, os Citas dominavam terras vastas, recortadas por possessões de outros povos das estepes e das tundras e taigas, ou atravessadas por povos totalmente nômades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sociedade clânica, metalurgia e ourivesaria muitíssimo avançadas, uso dos cavalos para o combate, sepultavam seus reis em grandes túmulos de pedras ou de terra em formato de montanha ou de cúpula chamados kourganes pelos arqueólogos. Os exércitos se reuniam quando necessário, sendo fornecidos pelos clãs, aliás essa estrutura se preservará entre os nórdicos e os celtas e também aparece entre muitas nações Sármatas. Os Citas não possuiam templos, que se saiba, mas sabe-se que cultuavam essencialmente uma deusa da fecundidade e da fertilidade, uma deusa mãe, chamada Tabiti, mas há indícios de que essa já fosse cultuada na região antes da chegada dos Citas, que parecem tê-la absorvido, e cultuavam também um deus da guerra, representado por uma espada sagrada, costume aliás também presente entre várias nações Sármatas, e em particular entre os Alanos que são considrados por alguns historiadores como os verdadeiros pais da lenda de Excalibur, ou melhor, da Caliburn anterior. Outros deuses, com suas associações feitas pelos gregos são : Thamumesadas (Poseidon), Goetosyrus (Apolo), Argimpsa (Afrodite), mas não se conhece todos os seus deuses originais, pois, uma vez que os Citas atuais dividem-se entre sincretismos dos seus velhos xamanismo e o Cristianismo Ortodoxo Russo ou os Islamismos Sunita e Xiita, então pesa sobre a Arqueologia a redescoberta dos deuses e deusas da Antigüidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A magia cítica era xamânica, mas possuia também características próprias, como o sacrifício de prisioneiros ao deus da guerra, o que também se observará mais tarde entre os povos nórdicos e entre os celtas da Europa Ocidental. Possuiam fraternidades guerreiras de caráter iniciático, ao estilo das männerbunde germânicas. Possuiam porém enorme intolerância religiosa, tendo ao menos dois de seus reis sido mortos por terem participado de cultos gregos: Silas e Anacársis. Os sepultamentos dos nobres líderes eram sangrentos, para o túmulo iam seus cavalos, seus servos e concubinas, mortos estrangulados. As pessoas que transportavam o corpo entre todas as tribos, até as mais distantes, se autoflagelavam, e o corpo era enterrado no cemitério ao centro das tribos. Os costumes dos Citas foram bastante descritos pelo historiador grego Heródoto de Halicarnasso, em seu livro História. A arte Cita era animalista, muitas vezes parecendo produzir a idéia de metamorfose, muitos dos detalhes de suas pinturas e ourivesarias, com suas espiralações, os tornam semelhantes aos Celtas, a quem se julga que Citas e Sármatas formaram, ao irem penetrando na Europa e ocupando algumas porções, o que é particularmente indubitável no caso dos Sármatas Alanos que certamente alcançaram à Península Ibérica, sendo os refundadores da cidade de Coimbra com um de seus reis, chamado Atax ou Atácis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém curiosamente embora seja mais fácil estudar ruínas e sítios arqueológicos Citas e menos fácil falar de sua magia, é mais fácil falar da magia dos Sármatas do que de suas ruínas, pois enquanto sobraram muitas ruínas Citas a pesquisar, e poucos são os achados Sármatas, ao contrário dos Citas pacificados e não raro cristianizados ou islamizados, algumas nações Sármatas ainda hoje resistem com seus costumes essencialmente inalterados, ou tem buscado resgatar tradições que possuíam em gerações não muito distantes. Os citas são chamados de scythians em inglês, escitas em espanhol, citas ou sitas em português, sciti em italiano. e não raro são identificados aos sakas, que às vezes também são postos como um povo sármata, mas as confusões entre citas e sármatas são comuns. Outros nomes com os quais podem ser encontrados pela web são Citians, Skythians, Skuth, Skuthians, e Sphyx, entre outros . Enquanto referidos como sakas, podem ser chamados também por saces, sacians, sakai e sakay entre pencas de outras denominações que variam de idioma para idioma, ou de referência para referência. Saka parece ser o nome persa dos citas, se for referência a esse mesmo povo, e não apenas uma de suas tribos. Já os chineses chamavam aos sakas por sai-wangs. Existe também a possibilidade, alentada por historiadores, de que sejam os ksátrias ou kshátryias, a casta guerreira hinduísta, origiários de skyth ou skuth, e portanto referências aos Citas, uma vez que isso seria corroborado pelas referências de que tal casta fosse estrangeira e guerreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém é bem mais provável, no caso do termo Saka, que esse definisse apenas os citas habitantes da porção central da Ásia e não todos os citas do da Europa e Ásia. A Índia sofreu alguma influência dos Citas também, pois houve um estado indo-chita, na terra dos Kuchanes que rechaçou algumas ofensivas de hunos, mas não impediu a invasão da Índia pelos hunos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sármatas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Associados pelos gregos ao mito das Amazonas, não raro se vê entre as nações Sármatas a presença efetiva de mulheres como hábeis guerreiras. Aperfeiçoadores da Cavalaria Rápida dos Citas, as nações Sármatas descobriram que o centro de equilíbrio das mulheres como localizado na bacia e não na cabeça, como no homem, lhes dava uma tal flexibilidade malabarística ao cavalo que várias nações Sármatas viriam a adotá-las como ginetes com arcos curtos, cuja função era a de aproximar rapidamente a cavalo, atirar no inimigo e voltarem rapidamente para o fronte, esses ataques, rápidos e constantes eram poderosos enfraquecedores das forças adversárias, não raro compostas por infantarias pesadas, tal como no caso dos Romanos. Considerados como um dos povos mais bravios em combate jamais conhecidos sobre a face da terra, lutaram contra Alexandre o Grande, e assim como os Citas, também combateram seu pai, Filipe da Macedônia, lutaram e venceram várias vezes contra os Romanos e os Hunos, tendo evitado a proliferação dos ataques hunos pela Europa. Mas eles próprios se dispersando em levas medievais pela Europa teriam formado a maioria dos povos do leste Europeu e da região balcânica, além de até na Península Ibérica ter havido um rei Sármata, no caso, Moncada. Alguns historiadores confundem os povos Sármatas aos Germânicos, mencionando aos Alanos, como germânicos, mas, apesar desse erro ser comum, é um erro completamente sem bases, uma vez que, ainda que houvessem semelhanças culturais, eram desde cedo os Sármatas possuidores de idiomas e morais muito diferentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sociedade clânica e guerreira, também só organizam tropas quando necessário, fornecendo guerreiros e guerreiras de cada clã. Também são lavradores, comerciantes, e não raro possuiam hierarquias de burocratas e sábios de toda espécie, pois formaram Estados, alguns dos quais foram, ou ainda são : Sarmátias (ou Sarmácias, havia uma na Europa, e outra, na Ásia Central ); assim como Ossétia (North Ossetia, ou Alania, ainda existente, República Federada Russa), Kabardian-Circássia (Kabardino-Cherkésia, ainda existente, República Federada Russa), Abkhazia (Parte da Geórgia, luta por se tornar República Independente), Adhyge ( República Federada Russa), Ingushétia (República Federada Russa), Chechênia (República Federada Russa), Karashay (República Federada Russa), Balkária (República Federada Russa) e Kalmykia (República Federada Russa), isso tudo somente na região Caucásica, algumas dessas nações já possuem suas autonomias como tal; e , mais distante, e dispersos, os Sármatas Egípodes ou Alanos Egípodes (Runyar ou Rhuniahr), e os Alanos Nômades, Avars (também Avares, Ávaros, Auars ou Awars), Issykes, Rutedanos e Roxolanos, entre muitos outros, ainda nômades ou seminômades, habitando nas regiões do Vale do Tarim e do Takla Maklan (ou Takla Makan, Província de Xinjiang, ou ainda Sinkiang), na China, pelo Tibete, Nepal, Butão e áreas centrais da Ásia, até à Europa, espalhados como grupos cultrais minoritários ou a gregados a alguma nação mais organizada, e por uma estreita faixa, em bolsões, ao longo do Norte da África, e em casos muito raros, em outros continentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não disponho no momento de muita bibliografia sobre as demais nações, porque estou com um problema técnico, pois as bibliografias sobre eles quando não são escritas em russo, são em búlgaro, polaco, magyar (húngaro) ou outras línguas um pouco difíceis de eu conseguir aprender no momento, como chinês e sânscrito, sem falar na grande dificuldade em como eu conseguiria tais livros. Mas posso mencionar que a no caso específico dos Egípodes, dos quais tive a rara e conveniente oportunidade de ter sido iniciado como mestre em seu xamanismo, quando ainda outrora haviam parcos herdeiros dessa tradição no Brasil, a despeito de uma diáspora, que é a sua magia, uma magia de turbilhões, portais e egrégoras, xamânica e guerreira, que também possui alguma preocupação com a cura, mas é essencialmente uma magia criativa, geradora de estruturas mágicas através das combinações entre os exercícios de sensibilidade e sensitividade, de integração do ser humano com o cosmos, de aprofundamento do ser em si mesmo, como as jornadas são exemplo, e de confecção não exatamente de um controle das forças, poderes e energias pela mente, mas do mimetismo dessas pela sua própria lógica de funcionamento natural. O que é, em si, a teorização de uma magia que já ocorre naturalmente mas que quando assim ocorre ou ocorre em pequena intensidade ou de forma que não se nota sua ação. É a conscientização disso que cria o poder de tal magia, que serve tanto para ataque e defesa, quanto para proteção e maldição, sacralização e mesmo cura. Essa magia se parece muito com a dos Celtas insulares, com sua magia de leys, e com as passagens mágicas das lendas celtas e nórdicas. A mesma magia, talvez seja, extensível, no imaginário cultural a outras nações Sármatas, uma vez que se vê em algumas delas, como no caso dos Alanos, lendas acerca de objetos sagrados e mágicos, como uma lenda de espada mágica em muito semelhante à lenda de Excalibur ou de Caliburn, e que é essa associação objeto/poder uma associação profundamente arraigada à idéia de poder gravar um poder místico ou uma virtude mágica a um artefato material qualquer, e portanto, magia de turbilhão, em termos esotéricos, ou ainda, para os lêigos nessa tópica, o mesmo princípio por detrás da lenda da varinha de condão, a instrumentalização de um poder mentalmente atribuído.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Sármatas também são chamados pelos gregos por Saurômatas ou Sauromatai, em inglês se diz Sarmatians. Outras palavras-chaves pelas quais poderiam ser pesquisados na web são: Savromat, Sawromat, Sarmathai, Sarmathay, Sarmathai, Sauromathai e Sauromathay. Mas, a se julgar pela enorme quantia de idiomas falados pela região da Eurásia, além do fato de terem múltiplas vezes trombado historicamente com os mais diversos povos, não é demasiado mencionar que muitos outros nomes possam tomar de um idioma a outro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Getas, Cimérios, Hunos e Mongóis &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Getas (ou, Getos e Geti), Massagetas e Tissagetas são alguns dos getas, povos guerreiros pouco conhecidos, mas hoje atribuídos também ao tronco indoirânico, que expulsaram, de suas terras, aos Cimérios (os verdadeiros, históricos; não os descritos na ficção Conan do britânico Robert E. Howard, que se valeu de povos reais para criar um mundo fantástico), que foram sendo sucessivmente enxotados pelos Sármatas, depois pelos Citas, e enfim indo parar no sul da França, aonde parecem ter desaparecido ou sido absorvidos pelos Celtas talvez. Os Getas europeus, ou Daco-Getas, mesclas de Dácios (um povo aliás aparentado aos Sármatas) e Getas são uns dos formadores dos povos balcânicos, junto aos Sármatas, aos Gregos, aos Eslavos e aos Macedônios, entre alguns outros. Em suas sociedades, assim como nas dos Sármatas, as mulheres também ocupavam uma posição de equilíbrio com o homem. Alguns daco-getas desenvolveram uma religião própria baseada em Zalmoxis, uma das principais divindades desse povo, essa religião zalmoxiana deificava seus  sacerdotes após suas mortes, e esses eram assimilados por Zalmoxis, que continuava mesmo assim deus supremo dos Daco-Getas. Os Getas, também chamados Geti , quando daco-getas podem assim ser chamados em espanhol ou também por getas-dácios, ou daco-getians em inglês. Outro nome para os Getas é Getae, em inglês, retirado do grego. Alguns estudiosos os vinculam também aos Trácios, um povo que habitava a Trácia, na Anatólia, atual Turquia. Zalmoxis (Salmoxis ou Saitnoxis ) era um deus do céu, um deus da morte e também do mistério, e pode ter sido um ser humano que foi divinizado pela mitologia daco-gética. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Cimérios ainda são um povo obscuro, mas é interessante mencioná-los aqui por terem influenciado a arte dos Medos, e terem saqueado a Anatólia, e sido enxotados sucessivamente até irem para o sul da França. Já os Hunos eram um povo tátaro-mongol considerado não apenas extremamente violento como também repudiado por outros povos por hábitos como de beber o sangue dos cavalos ou comer suas fezes em casos de fome. Ancestrais do Império Mongol de Genghis Khan, e dos demais canatos, os hunos, que adotaram o budismo e o islamismo bem mais tarde, eram por sua vez descendentes dos Hiong Nus contra quem a muralha da China parece ter sido erguida, já os hunos seriam um povo turco-tártaro-mongol&lt;br /&gt;descendente desses mongóis nômades. Os hunos parecem ter sido um povo muito selvagem no sentido de que não conheciam aparentemente técnicas de lavoura, não pareciam ter muitas noções de higiene, desde cedo as crianças tinham seus rostos cortados com facas para que as barbas não crescessem, não conheciam abrigos como cabanas ou tendas e comiam carne crua, e segundo os gregos, não sabiam de onde vinham, e raramente sabiam de quem eram filhos, pois suas estruturas familiares, surpreendentemente, também pareciam inexistir! Viviam de pilhagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já os mongóis, que eram parentes dos hunos em contrapartida possuiam civilização, assim também como um xamanismo e uma magia natural de bases guerreiras. Originalmente, cultuavam Tengri , deus do céu azul, encarado como a realidade cósmica fundamental, e veneravam também ao sol, à lua, ao fogo, à água e à terra. Etugen é deus do solo, da terra, guardião do gado e aquele que faz as estepes se encherem de flores durante a primavera. Invocavam Tengri para obterem a vitória em batalhas, consideravam o fogo e a cremação como uma técnica purificadora, a simples presença do fogo, mesmo que em lareiras já purificaria o ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Possuiam várias proibições e tabus relacionados ao mundo mágico, que poderiam segundo suas crenças causar sortilégios, como: matar pássaros, apoiar-se sobre um chicote, derramar leite sobre o solo, cuspir alimento dentro de uma cabana, etc. Achei interessante ler que cuspir um pedaço de alimento dentro de uma tenda era um hábito punido com a morte pelos Mongóis, porque os Sármatas Egípodes, embora não punam com a morte tal ato, consideram o cuspir ao chão um ato de ofensa, se for feito na frente de uma pessoa, é ofensa a essa, como se um ocidental mostrasse o dedo médio para outro ocidental, pensei que uma crença pode ter vindo da outra, ou as duas da mesma origem. Entre os Mongóis, as invocações eram simples, meras orações com as mãos voltadas para o céu. Havia um culto doméstico voltado aos ancestrais, o que os assemelha ao xamanismo Shinto dos Ainus e depois dos japoneses. Eles confeccionavam ídolos de feltro em formas de figuras humanas e os colocavam na entrada dos yurtes (espécies de cabanas desmontáveis), para protegerem os rebalhos e obterem o leite, e fazerem nascer os filhotes do gado. O primeiro leite de suas novilhas e das fêmeas dos jumentos era oferecido a esses ídolos como oferenda, as oferendas eram sempre compostas por comida e bebida. O xamã era chamado por bogá entre os mongóis. Já a palavra xamã em si também é de origem asiática, porém dos tunguses, e se referia aos guias sagrados entre o aqui e o mundo dos espíritos, que traziam a cura ou o conhecimento dos mistérios da vida e da origem, guardiões das lendas, magos. Os mongóis davam muito valor aos métodos divinatórios, e na magia mongol há relatados de levitação de objetos por magos. Mas grande parte dos mongóis acabou ou adotando o budismo ou sendo absorvida pelo islamismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; &lt;a href="www.revistadomuseu.wordpress.com"&gt;www.revistadomuseu.wordpress.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;strong&gt;Leia também!&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://sarmatas.blogspot.com/2010/08/sarmatas-sociedade-guerra-e-arte.html"&gt;► Sármatas: sociedade, guerra e arte &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://sarmatas.blogspot.com/2008/08/citas.html"&gt;► Conhecendo a história dos Citas &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://sarmatas.blogspot.com/2010/03/citas-e-sarmatas.html"&gt;► Citas e Sármatas &lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3056882872861667913-2536220869133491606?l=sarmatas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sarmatas.blogspot.com/feeds/2536220869133491606/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3056882872861667913&amp;postID=2536220869133491606' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/2536220869133491606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/2536220869133491606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sarmatas.blogspot.com/2009/11/religioes-dos-povos-das-estepes-e.html' title='&lt;strong&gt;Religiões dos Povos das Estepes e Tundras &lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3056882872861667913.post-6847117122946587351</id><published>2008-08-02T15:58:00.000-07:00</published><updated>2010-04-09T16:38:01.277-07:00</updated><title type='text'>Citas</title><content type='html'>&lt;em&gt;Os &lt;strong&gt;citas&lt;/strong&gt; (do grego antigo Σκύθης, transl. Skythēs, pl. Σκύθοι, Skythoi) eram um antigo povo iraniano de pastores nômades equestres que por toda a Antiguidade Clássica dominaram a estepe pôntico-cáspia, conhecida à época como Cítia. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7yy1H0g10I/AAAAAAAAEls/e9xFgpdfPK4/s1600/Citas.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 278px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7yy1H0g10I/AAAAAAAAEls/e9xFgpdfPK4/s400/Citas.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5457433474168313666" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A maior parte das informações que perduraram a respeito dos citas vem do historiador grego Heródoto, que os descreveu em sua obra Histórias (século V a.C.) e pelos achados arqueológicos, como as belas obras em ouro encontradas nos kurgans (mamoas) na Ucrânia e sul da Rússia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Etimologia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os citas conhecidos por Heródoto se chamavam de Skolotoi. A palavra grega Skythēs provavelmente reflete uma versão antiga do mesmo nome, *Skuδa- (onde Heródoto transcreveu o som [ð], que não lhe era familiar, pelo lâmbda, Λ; -toi representa a terminação plural do iraniano do nordeste, -ta). O termo, que originalmente significava "atirador", "arqueiro", veio por sua vez da raiz proto-indo-europeia *skeud- "atirar", "arremessar". (paralelo ao inglês shoot, e ao alemão Schütze).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nome usado pelos sogdianos para se referir a si próprios, Swγδ, pode representar uma palavra relacionada (*Skuδa &gt; *Suγuδa com uma vogal anaptítica). A palavra também aparece no assírio, na forma Aškuzai ou Iškuzai ("cita"). Pode ter sido a fonte para o termo bíblico Ashkenaz (original *אשכוז, transl. ’škuz, que foi grafada erroneamente como אשכנז, ’šknz), que originou o termo judaico posterior para se referir às áreas germânicas da Europa Central, e foi usado como forma de auto-descrição pelos judeus asquenazitas que ali viviam entre os Ashkenazim ("alemães"), que eram chamados então de teutônicos ou Wendels.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os antigos persas usavam outro nome para os citas, sacas (saka), que talvez seja um derivado da raiz verbal sak- "ir", "vagar", ou seja, "andarilho", "nômade". Os chineses conheciam os sacas (citas asiáticos) como Sai (caracter chinês: 塞; sinítico antigo: *sək). A província iraniana do Sistão (Sistan) recebeu seu nome do tradicional Sacastão (Sakistan, a terra dos saka).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;História&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7yzgJYAtLI/AAAAAAAAEl0/EX4wmwq6Mxc/s1600/84.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 225px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7yzgJYAtLI/AAAAAAAAEl0/EX4wmwq6Mxc/s400/84.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5457434213320012978" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especula-se que os Citas tiveram seus primeiros descendentes no ano 2000 a. C., originários da bacía do rio Volga (hoje Rússia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estabeleceram-se durante os séculos VIII e VII a.C. no sul da Rússia, nas regiões situadas ao norte do mar Negro, cujo centro é a atual Criméia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temidos e admirados pela coragem que demonstravam na guerra, foram um dos primeiros povos a cavalgar, surpreendendo os inimigos com a habilidade em montar e a mobilidade que o cavalo lhes conferia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7y0GauPq-I/AAAAAAAAEl8/qSiDgGgc4iE/s1600/fev04a.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 185px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7y0GauPq-I/AAAAAAAAEl8/qSiDgGgc4iE/s400/fev04a.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5457434870811700194" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eram habilidosos arqueiros, exímios jinetes e criadores de cavalos, tendo os eqüinos presentes na maioria dos suas magníficas manufaturas e adornos de ouro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7-4bfjwn1I/AAAAAAAAEoE/3mEpH6lMktk/s1600/Pente+cita..jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 150px; height: 180px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7-4bfjwn1I/AAAAAAAAEoE/3mEpH6lMktk/s400/Pente+cita..jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5458284055863795538" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Citas acreditavam que o ouro lhes havia sido proporcionado por seres de um só olho, que o haviam roubado dos mitológicos grifos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7-594ODslI/AAAAAAAAEoU/BwUHolCmGvw/s1600/scyth_king.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 296px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7-594ODslI/AAAAAAAAEoU/BwUHolCmGvw/s320/scyth_king.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5458285746110837330" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências históricas como a de Heródoto falam que seus monarcas eram enterrados em grandes túmulos, juntamente com seus melhores cavalos, concubinas e servos (previamente executados para a cerimônia). Em contraponto, algumas tribos citas costumavam não enterrar seus mortos, esperando que estes fossem devorados pelos abutres no que significava um sinal de boa sorte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Guerra&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destacavam-se na arte da guerra, sendo sua marca registrada o uso de capacetes adornados de grandes chifres. O grande processo expancionista persa, realizado por Darío I (que conquistou grande parte do Mundo Antigo), fracassou ao tentar conquistar a região ocupada pelos citas. Apesar de possuírem um contigente imensamente menor que o do exército persa, os citas se valiam de sofisticadas técnicas de emboscada e de seu fator nômade para fazer fracassar o avanço inimigo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7y0hGKXC9I/AAAAAAAAEmE/N7mwPvdgQ9s/s1600/Scythian.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 203px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7y0hGKXC9I/AAAAAAAAEmE/N7mwPvdgQ9s/s400/Scythian.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5457435329148947410" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os citas atacavam com uma massa de flechas. Se os adversários não eram oprimidos pela chuva de flechas, em seguida, os citas viravam e dirigir-se-iam a uma distância segura para reagrupar e fazer outro ataque em massa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos adversários foram esmagados pelas táticas de batalha dos citas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sociedade cita &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os citas formavam uma malha frouxa de tribos nômades de pastores eqüestres e invasores. Governados por um pequeno número de elites proximamente aliadas, tinham renome devido a seus arqueiros, e muitos ganhavam a vida como mercenários. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7y1S0sxbAI/AAAAAAAAEmM/IGl1Ka8psFI/s1600/citas+2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 243px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7y1S0sxbAI/AAAAAAAAEmM/IGl1Ka8psFI/s400/citas+2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5457436183454903298" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus conterrâneos os consideravam muito selvagens por seu hábito de beber o sangue de sua primeira vítima em uma batalha, e por um traje peculiar composto do couro cabeludo escalpelado de suas vítimas de guerra. Também costumavam utilizar crânios humanos como vasilhas para o consumo do kumis (bebida alcóolica a base de leite de égua).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos principais assentamentos citas localizou-se na península da Criméia, onde se encontraram numerosos exemplos da perícia arquitetônica e artesanal dos habitantes. A classe dos poderosos aristocratas adornava suas sepulturas com ricos objetos de ouro e outros metais preciosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os guerreiros citas tinham duas paixões: seu arco assimétrico que podia atirar a até 500 metros de distância e uma espada reta de dois gumes, cuja lâmina possuia setenta centímetros de comprimento. Ao lutar, montavam cavalos velozes e eram ferozes combatentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles invadiram muitas áreas nas estepes da Eurásia, incluindo áreas nos atuais Cazaquistão, Azerbaijão, sul da Ucrânia e da Rússia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poderoso império fundado pelos citas sobreviveu por mais de cinco séculos antes de ser destruído pelos sármatas. As sucessivas invasões procedentes das regiões do sul da Ásia causaram o desaparecimento da cultura cita por volta do século II a.C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Muitos dos costumes dos citas foram posteriormente adotados pelos hunos. Atribui-se principalmente aos magiares da Hungria e ao Ossétianos do Cáucaso a descendência dos citas nos tempos modernos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cítia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7y25aBP9TI/AAAAAAAAEmU/zCBYQSQA4fY/s1600/untitled.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 255px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7y25aBP9TI/AAAAAAAAEmU/zCBYQSQA4fY/s400/untitled.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5457437945819559218" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cítia foi uma região na Eurásia habitada na antiguidade por um grupo de povos iranianos falantes de línguas iranianas conhecidos como citas. A localização e extensão da Cítia varia com o tempo, da região dos Montes Altai onde as fronteiras de Mongólia, China, Rússia e Cazaquistão se encontram à região do baixo Danúbio na Bulgária. Os sacas eram citas asiáticos e eram conhecidos como sai (em chinês: 塞, em sinítico antigo: *sək) pelos chineses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os citas são citados pela primeira vez nos anais assírios como Ishkuzai, onde são registrados como vindos do norte em algum momento por volta de 700 a.C., se estabelecendo na Ascânia e no moderno Azerbaijão até o sudeste do lago Urmia. Os citas eram possivelmente um ramo dos Gimirru  mencionados nos anais assírios aproximadamente na mesma época, da mesma forma que o historiador grego Heródoto de Halicarnasso descreveu os Kimmerioi, ou cimérios, como uma tribo distinta, a população autóctone da costa norte do Mar Negro, que foram expulsos pelos citas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mais importante tribo cita mencionada nas fontes gregas residia nas estepes entre os rios Dniepre e Don. Não existem textos em cita, mas os nomes pessoais da literatura grega e textos epigráficos sugerem que a língua dos citas e dos sármatas (que falavam um dialeto cita de acordo com Heródoto, Hist. 4.117), tinha forte similaridade com os bem documentados dialetos iranianos orientais como o sogdiano e o moderno osseto. Os povos subalternos nas estepes periféricas também eram referidos como citas, mas isso não significa necessariamente que eles falassem línguas iranianas como os citas verdadeiros. Prisco, o emissário bizantino a Átila, se referiu repetidamente aos seguidores de Átila como citas. Alguns dos hunos devem ter tido ancestralidade cita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Restos arqueológicos de citas incluem elaboradas tumbas contendo ouro, seda, cavalos e sacrifícios humanos. Técnicas de mumificação e camadas de terra congeladas tem ajudado na relativa preservação de alguns restos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nome "cita" foi usado também para se referir aos diversos povos vistos, ao longo da história, como semelhantes aos citas, ou que viveram em qualquer lugar da imensa área que era conhecida até a Idade Média como Cítia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cronologia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;750:&lt;/strong&gt; Os Citas, um grupo de pastores nômades, se estabelecem entre o Don e os Carpatianos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;674:&lt;/strong&gt; O rei dos Citas, Partatua, se casa com uma princesa assíria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;653:&lt;/strong&gt; Os Citas invadem o império Médio (Nordeste da Pérsia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;626:&lt;/strong&gt; Os Medos/Persas derrotam os Citas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;514:&lt;/strong&gt; Dario, o rei da Pérsia, invade a Cítia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;360:&lt;/strong&gt; O rei Atheas une todas as tribos citas e amplia o seu território até a fronteira com a Macedônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;339:&lt;/strong&gt; Atheas da Citia é morto na guerra contra Filipe da Macedônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;225:&lt;/strong&gt; Os Celtas no oeste e o Sarmatianos no leste destroem o reino dos Citas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;145:&lt;/strong&gt; Os cushitas (Yuezhi), tribos nômades expulsas da China pelos Hsiungnu (Huns), tomam o reino de Bactria (último reino grego na Ásia Central) e expulsam os citas para o Irã e Índia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;127:&lt;/strong&gt; Os Partos, sob Phraates II, são derrotados pelos citas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;124:&lt;/strong&gt; Os partos sob Artabano II são derrotados novamente pelos citas e Mitridate II sucede Artabano II como rei da Partia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;80:&lt;/strong&gt; Os citas (Saka), sob Bhumaka, conquistam o noroeste da Índia que estava sob Bactria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fontes:&lt;/strong&gt; Wikipédia / Portal EmDiv / História do Mundo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3056882872861667913-6847117122946587351?l=sarmatas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sarmatas.blogspot.com/feeds/6847117122946587351/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3056882872861667913&amp;postID=6847117122946587351' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/6847117122946587351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/6847117122946587351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sarmatas.blogspot.com/2008/08/citas.html' title='&lt;strong&gt;Citas&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7yy1H0g10I/AAAAAAAAEls/e9xFgpdfPK4/s72-c/Citas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3056882872861667913.post-3234755636797151484</id><published>2008-04-22T15:58:00.000-07:00</published><updated>2010-08-19T16:57:08.502-07:00</updated><title type='text'>Os antepassados caucasianos dos portugueses</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG29bTIbhSI/AAAAAAAAF1o/0ke6iXneWxU/s1600/untitled3656.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5507266196033733922" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 128px; CURSOR: hand; HEIGHT: 128px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG29bTIbhSI/AAAAAAAAF1o/0ke6iXneWxU/s400/untitled3656.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Escudo da Ossétia do Norte - Alánia&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ataces&lt;/strong&gt;, lendário rei dos alanos, fundou a cidade de Coimbra e Alenquer, segundo os estudiosos, deve o seu nome à expressão "Alan Ker" que significa "Templos dos alanos".&lt;br /&gt;Curiosamente, em 1993, a República da Ossétia do Norte acrescentou ao seu nome Alania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas são algumas das pistas históricas que ligam os portugueses ao longínquo Cáucaso, quando citas, sarmatas e alanos se instalaram no Nordeste daquelas montanhas, no território situado entre o Rio Don e o Mar Cáspio. Nos primeiros séculos da era cristã, aqueles povos criaram uma civilização próspera no Cáucaso mas, em 360, os hunos derrotaram os alanos, obrigando à sua separação. Parte dos alanos sujeitou-se aos hunos, outra parte procurou refúgio nas montanhas do Cáucaso Central e uma terceira atravessou toda a Europa e instalou-se na Península Ibérica, por volta de 408.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de terem permanecido pouco tempo no território da Hispânia, os alanos deixaram importantes marcas materiais na Península Ibérica. Há vestígios deles na construção de castelos como o de Torres Vedras e Almourol ou ainda nas muralhas de Lisboa, onde os sinais da sua passagem pela Península Ibérica ainda podem ser vistos debaixo da Igreja de Santa Luzia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegado à Península, Ataces, rei dos Alanos, cujo estandarte ostentava um leão, instalou-se no alto da colina a Norte do Mondego, por onde actualmente se estende a cidade de Coimbra. A vontade de aumentar os seus domínios levou-o a confrontos sangrentos com o rei suevo Hermenerico, senhor de Conimbriga, em cuja bandeira ondeava uma serpente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não foi só a sede de expansão que motivou Ataces. O caucasiano, de pele morena e cabelos escuros, apaixonou-se por Cindazunda, linda princesa sueva, de olhos claros, cabelos loiros e pele alva. Por ela, reduziu Conimbriga a cinzas e obrigou o rei suevo a aceitar o casamento da sua filha com o rival. A boda selou a paz entre o leão e a serpente , que hoje ainda se podem ver no brasão da cidade universitária. Alenquer deve o seu nome aos alanos. Segundos os estudiosos, significa "Templos dos Alanos" (Alan ker). Além disso, a localidade continua a ser prote gida pelo "cão alano", representado no seu brasão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A raça do "cão alano", famoso pelas suas qualidades de caça e combate , foi trazida para a Península pelos alanos, não se tendo conservado no Cáucaso mas continuando hoje a ser utilizada na caça e pastoreio no País Basco.&lt;br /&gt;Os atuais ossetas, ao contrário dos alanos ibéricos que passaram para o Norte de África e aí desapareceram, conseguiram sobreviver aos numerosos invasores (tártaro-mongóis, turcos, russos), mas, actualmente, estão espalhados por dois países: Geórgia e Rússia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quando eu estudei História na escola, na Ossétia do Norte não nos fal avam da presença dos alanos na Europa Ocidental", recorda Teimuraz, um osseta atualmente a residir em Moscovo.&lt;br /&gt;"Talvez as autoridades soviéticas - continua Teimuraz - receassem o ressurgimento do nacionalismo. Eu apenas me interessei por esse tema depois da escola, quando chegou a `perestroika` e começaram a ser publicadas obras sobre essa s páginas da história o meu povo".&lt;br /&gt;Após a derrocada do comunismo, os dirigentes da Ossétia do Norte acrescentaram ao nome desta república "Alania" para recordar os laços existentes entre os alanos e os ossetas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fátima, outra osseta residente na capital russa, há já vários anos que vai passar férias com a família a Portugal. "As pessoas perguntam-me porque é que gosto tanto de Portugal e eu respondo que, nesse país, tenho a sensação de estar em casa. Há muita coisa de familiar, principalmente nas pessoas", esclarece Fátima. "E cada vez encontro mais razões para fazer mais uma visita a Portugal, uma delas é visitar o lugar por onde andaram os nossos antepassados", conclui ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;.:: &lt;a href="http://darussia.blogspot.com"&gt;Blog da Rússia&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3056882872861667913-3234755636797151484?l=sarmatas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sarmatas.blogspot.com/feeds/3234755636797151484/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3056882872861667913&amp;postID=3234755636797151484' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/3234755636797151484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/3234755636797151484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sarmatas.blogspot.com/2008/04/os-antepassados-caucasianos-dos.html' title='&lt;strong&gt;Os antepassados caucasianos dos portugueses&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG29bTIbhSI/AAAAAAAAF1o/0ke6iXneWxU/s72-c/untitled3656.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3056882872861667913.post-7935088854801847799</id><published>2008-04-22T15:55:00.001-07:00</published><updated>2010-08-19T17:28:43.368-07:00</updated><title type='text'>Criméia</title><content type='html'>A República Autônoma da Criméia é parte administrativa territorial da Ucrânia, situada no território da Península da Criméia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG3J4SpygkI/AAAAAAAAF1w/MlIS5EC7beg/s1600/MapaCrimeia.png"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 339px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG3J4SpygkI/AAAAAAAAF1w/MlIS5EC7beg/s400/MapaCrimeia.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5507279888260956738" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Criméia é banhada pelas águas do Mar Negro e Mar de Azov. Ao Norte a Península da Criméia está ligada à planície centro-européia pelo estreito de Perekop, cuja largura è de 8 km. Da Península de Tamansk (Federação Russa) a Criméia está separada pelo canal de Kerch (4-15 km). O comprimento da Península de norte a sul é de 200 km., de leste a oeste 320 km. A área total é de 25.881 km2. A capital da República Autônoma da Criméia é a cidade de Simferopol. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As descobertas arqueológicas mais antigas nesta região são datadas com a era do médio paleolito (cerca de 100 mil anos atrás), encontradas nas cavernas de Kiik-Koba e outras. Os mais antigos habitantes da Criméia, conhecidos de fontes assírias e antigas, foram os quimérios (séc. XII-VII antes da nossa era). Um dos povos mais antigos da Criméia eram os távros, que habitavam as encostas e as montanhas da Criméia, bem como a margem sul do Mar Negro. As primeiras notícias sobre eles encontram-se em autores da antiguidade. Dos távros provém a antiga denominação da parte montanhosa e litorânea da Criméia – Távrica, Távria, Távrida. As últimas memórias dos távros (tavro-citas) referem-se ao séc. X antes da nossa era. Os távros legaram significativa memória na cultura dos povos da Criméia, especialmente material. Muitas aldeias dos citas, dos gregos, dos romanos, dos bizantinos e depois dos tártaros foram criadas sobre os fundamentos das cidades e fortalezas dos távros. Nos séc. VII-VI antes da nossa era surgem no litoral da Criméia colônias gregas. As mais importantes delas eram Khersoneso (próxima à atual cidade de Sevastopol), Theodócia, Kerkenityda e outras. Parte destas cidades-estados estava unificada ao Reino do Bósforo, cuja capital era a cidade de Pantikapei (hoje Kerch). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No séc. VII antes da nossa era parte da Criméia foi conquistada pelos citas. Conforme informações do antigo historiador grego Heródoto o território básico de residência dos citas eram as estepes entre a foz do Danúbio e do rio Don, incluindo as estepes da Criméia e os distritos próximos ao litoral norte do Mar Negro.Por pressão dos sármatas em fins do séc. III antes da nossa era, o estado dos citas diminuiu significativamente. Os citas foram forçados a transferir sua capital das margens do rio Dnipró para a Criméia, onde surgiu às margens do rio Salgyr (nas proximidades de Simferopil) a cidade de Neapol dos citas, ou Neápolis. O reino dos citas na Criméia alcançou o seu apogeu no séc. II antes da nossa era, quando os citas junto com os sármatas conquistaram Ólvia, ocuparam parte dos domínios do Khersoneso, na parte noroeste da Criméia e atacaram o Estado do Bósforo, ocupando-o aos poucos. O estado dos citas persistiu até a segunda metade do séc.III da nossa era e foi destruído pelos godos.Do séc. I antes da nossa era até o séc.IV da nossa era a Criméia estava sob a influência de Roma. Os legionários romanos avançando ao longo da costa do Mar Negro, deixavam suas guarnições nas fortalezas e progressivamente expulsaram os gregos da Criméia. Khersoneso tornou-se base da frota romana de guerra. Com a chegada dos romanos à Criméia mudou de lugar o centro econômico. A margem norte do Mar Negro era fornecedora de produtos agrícolas, possuía desenvolvida base de fornecimento de matérias primas e um mercado praticamente ilimitado para a colocação de produtos acabados. A partir do século III da nossa era o território da península sofre invasões de povos nômades. Inicialmente eram os godos, que estabeleceram sua dominação sobre as regiões das estepes e até sobre algumas cidades litorâneas. Foram expulsos por sua vez pelos hunos no final do séc.IV. Os hunos destruíram os reinos dos citas e do Bósforo e expulsaram parte dos godos para as montanhas da Criméia, cujo pequeno estado perdurou aí até o final do séc.XV. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final do séc. VII quase toda a região da margem norte do Mar Negro, as estepes da Criméia e a Sugdéia foi ocupada pelos khozaros. No final do séc. VIII praticamente todos os domínios dos godos da Criméia estavam sob o seu protetorado.As ocupações seguintes sofridas pela Criméia ocorreram no início do séc. X, quando os pechenigos tomaram o Bósforo e o Khersoneso, expulsando os khozaros. Estes nômades asiáticos não eram constituídos por uma só etnia, mas por uma união de tribos, que faziam parte do Khanato dos khozaros. Em meados do século XI em razão da derrota na guerra com Bizâncio, significativa parte deles foi forçada a abandonar a Criméia. Os polovtzi ou kypchaky apareceram na Criméia nos séc. X-XI. O horda dos polovtzi floresceu na Criméia até o séc. XIII, quando ocorreu o confronto com a Horda Dourada. A Horda Dourada penetrou na Criméia em 1223. A partir do séc.V importante parte da Criméia estava sob a influência do Império Bizantino, que manteve aí seus domínios até o séc. XV.Do início do séc. VI as terras da Criméia começaram a interessar também a tribos eslavas. Aqui surgiam colônias eslavas, daí disseminava-se o cristianismo para a Rush. Na parte oriental da península da Criméia existia durante os séc. X-XII o Principado de Tmutarakansk, que era parte da Estado de Kyiv. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a tomada de Constantinopla pelos Cruzados em 1204, Bizâncio perdeu grande parte da sua influência sobre a península. A seguir a Criméia tornou-se objeto da expansão dos venezianos e genoveses. Kafa (Theodocia) tornou-se o porto central de comércio. Nos séc. XIII-XV as margens montanhosas e as montanhas da Criméia tornaram-se colônia genovesa, cujo nome era Gazária. Neste período, após a queda do estado medieval armênio, para cá migram os armênios (séc. XIV), e, um pouco antes (séc. XIII), os hebreus.A tomada de Constantinopla pelos turcos em 1453 cortou as colônias genovesas da metrópole, o que foi uma das causas de sua decadência. Em 1475, após sitiá-la por longo tempo, os turcos conquistaram Kafa, e em seguida todo o litoral da Criméia, quando então entraram em confronto com os tártaros, que dominavam as estepes da Criméia desde 1239 e eram uma vila da Horda Dourada.Pela primeira vez os tártaros da Criméia fizeram uma tentativa para obter a independência da Horda Dourada sob o comando do Khan Noraí, mas após sua morte (aprox. em 1290) foram novamente dominados pela Horda Dourada.Durante a luta pela independência da Horda Dourada destacou-se a dinastia dos Hiréis, cujo primeiro representante Khadzi-Hiréi criou em 1425 o Khanato independente da Criméia, e em 1432 transferiu a capital para Bakhtzysarai.Após a conquista pelos turcos da margem sul da Criméia o Khan Mengli-Hiréi reconheceu em 1478 a dependência de vassalo do sultão. A dinastia dos Hiréis esteve no poder até 1783.Sob o poder do Império otomano a Criméia gozava de significativa autonomia. Os tártaros da Criméia preservaram muitas tradições mongóis. Os governantes eram escolhidos em assembléias dos notáveis (kurultais), e os sultões turcos somente confirmavam a escolha. Os Hiréis mantinham política externa independente.Algumas vezes os tártaros da Criméia faziam acordos político-militares com a Ucrânia. Após o acordo de paz de 24.12.1624 o Khan tártaro fez acordo com o Hétman M. Doroshenko. Os Kozákos ajudavam ao Khan Schagin-Hiréi em suas atividades militares. Contudo após a vitória da fração pró-turca e com a morte de M. Doroshenko em 1628 os Kozákos foram forçados a abandonar a Criméia. Em 1648 o Hétman B. Khmelnytskyj firmou acordo com o Khan Islam-Hiréi III, e o exército dos tártaros auxiliou os Kozákos na obtenção da vitória na batalha de Korsunh (1648) e na batalha de Zboriv (1649). O Hétman I. Vyhovskyj renovou a aliança com o Khan da Criméia e em 1659 batalhões do exército dos tártaros da Criméia tomaram parte na batalha de Konotop. O Hétman P. Doroshenko também mantinha boas relações com o Khanato da Criméia.Após a assinatura da “Paz eterna” em 1692 P. Ivanenko fez acordo com o Khan Selim-Hiréi, o qual o reconheceu como Hétman da Ucrânia. Em 1711 o Hétman P. Orlyk assinou acordo com o Khan da Criméia Devlet-Hiréi II.Da segunda metade do séc. XVIII o Khanato da Criméia entrou em decadência e perdeu definitivamente a independência em decorrência das guerras russo-turcas. Os exércitos russos entraram pela primeira vez na Criméia durante a guerra russo-turca de 1736-1739. Durante uma seguinte semelhante guerra em 1768-1774 os exércitos comandados pelo Príncipe V. Dolgorukyj em 1771 dominaram todo o território da Khanato. Pelo tratado de Kiuchyk-Kainardziisk em 1774 a Criméia foi declarada independente da Turquia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 09.04.1783 por pressão do governo da Catarina II o último Khan Shagin-Hiréi renunciou ao trono e a Criméia foi anexada ao Império russo. Inicialmente a Criméia passou a integrar a província de Novorosiisk, e em 1802 passou a constituir a específica Governadoria de Távria com centro na cidade de Simferopol. Aproveitando a situação estratégica favorável da Criméia, o governo dos czares tomou a decisão de fundar a cidade de Sebastopol e de transformá-la na principal base da frota do Mar Negro.Durante o século XIX o governo dos czares implantou a política da colonização da Criméia por conta de emigrantes de outros países. Assim até a metade do séc. XIX transferiram-se para aqui, para estadia permanente, acima de 10 mil alemães, acima de 15 mil búlgaros, várias centenas de famílias de italianos, e outros. Ao mesmo tempo foram expatriados em parte os armênios e hebreus da Criméia. Por outro lado o mais potente fluxo de colonizadores veio da Ucrânia e da Rússia. Em 1897da população da Criméia os ucranianos e russos constituíam 45%, os alemães – 5,8%, os hebreus – 5,3%, os gregos – 3,1%, os ‘caraímos’ e búlgaros – 1% cada.Após a revolução russa de 1917 na Criméia formaram-se algumas tendências políticas: 1) a russa – partidários da permanência da Criméia como parte da Rússia; 2) a tártaro-criméia, que ansiava inicialmente pela autonomia, e posteriormente pela total independência; 3) ucraniana – que ansiava pela inclusão da Criméia como parte integrante da Ucrânia.Em abril de 1918 os exércitos ucranianos entraram em Simferopol e Bakhtzysarai. Mas por pressão do comando alemão as partes ucranianas foram forçadas a abandonar a Criméia, o que levou à perda da frota do Mar Negro, em cujos navios já estavam içadas as bandeiras de estado da República Popular Ucraniana.Em outubro de 1918 foi pactuado um acordo preliminar, em base ao qual a Criméia deveria integrar a Ucrânia, obtendo autonomia interna – parlamento próprio, formação territorial do exército e administração. A queda do poder do Hétman P. Skoropatskyj pôs fim nos planos de unificação da Criméia com a Ucrânia.Em novembro de 1920 os bolcheviques ocuparam a Criméia pela terceira vez, e em 18.10.1921 V. Ulianov assinou o decreto “Sobre a criação da República Socialista Soviética Autônoma da Criméia como parte da República Socialista Soviética Federativa Russa nos limites da Península da Criméia”. Declaravam-se línguas oficiais a russa e a tártara da Criméia. A partir do ano 1920 utilizou-se a política da “tartarização” da Criméia. Sob a direção do ativista tártaro da Criméia Veli Ibrahimov surgiu de 1923 a 1928 uma rede de instituições nacionais culturais e educativas. A política da tartarização foi extinta com repressão em massa da elite política e cultural local e com a deportação de 35 a 40 mil tártaros da Criméia. Milhares de tártaros morreram durante a coletivização e a fome. Em 1938 a língua tártara foi transposta à força para os caracteres cirílicos. Tudo o que restava da autonomia da Criméia foi liquidado. Nos anos da segunda guerra mundial 1939-1945 a Criméia, a partir de outubro de 1941 até maio de 1944 foi ocupada pelos exércitos nazistas alemães. Em 1941 as autoridades soviéticas deportaram 45 a 50 mil alemães. Após a libertação da Península dos hitleristas, por decisão das autoridades da União Soviética de 18 a 20 de maio de 1944 acima de 188 mil tártaros foram deportados para colônias especiais para o Cazaquistão e Ásia Central, por alegada colaboração com o regime alemão. Conforme diversas avaliações, nos primeiros anos de vida nas colônias morreram de 42,5 a 50% dos tártaros deportados. Em junho de 1944 foram deportados da Criméia 20 mil gregos locais, 20 mil armênios e 117 mil búlgaros. A deportação era uma das formas de “destartarização” da Criméia (outras formas eram a destruição de monumentos culturais e históricos, mudança de nomes históricos de localidades para, por exemplo, “Soviético”, “Primeiro de Maio”, “Exército Vermelho” e povoamento dela com retirantes de outras regiões da União Soviética).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No período após a guerra a população da Criméia aumentou em quase 10 vezes. Em 30.06.1945 a República Socialista Soviética Autônoma da Criméia foi liquidada e em seu lugar criada uma simples província integrante da República Socialista Soviética Federativa Russa.Em 19.02.1954 a Presidência do Parlamento da União Soviética aprovou a solicitação da Presidência do Parlamento da República Socialista Soviética Federativa Russa e da Presidência do Parlamento da República Socialista Soviética da Ucrânia quanto à entrega da província da Criméia para integrar a Ucrânia.Diferentemente de outros povos deportados da União Soviética os tártaros da Criméia não foram totalmente reabilitados até o final da existência do poder soviético. Em 1956 eles foram liberados do controle administrativo, contudo sem direito de retorno à sua pátria. Nos anos a partir de 1960 forma-se um movimento organizado de tártaros da Criméia. Ele toma formas legais (envio de petições aos órgãos soviéticos com a exigência de permissão para o retorno à Criméia), como formas ilegais (atividade de grupos nacionais jovens encabeçados por M. Dzemilhov). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em setembro de 1967 retirou-se dos tártaros da Criméia a acusação de colaboração com a Alemanha nazista. Neste mesmo ano 100 mil desses tártaros tentaram retornar à Criméia, mas apenas 900 famílias conseguiram se estabelecer ali.Conforme os dados do censo de 1989 na União Soviética havia 272 mil tártaros da Criméia. Deles somente 28 mil viviam na Criméia. Durante os anos 1987-1989 renovou-se o movimento dos tártaros para o retorno à Criméia. Em novembro de 1989 o Parlamento da União Soviética condenou a deportação dos tártaros da Criméia e permitiu seu retorno para a pátria histórica.Em fins de junho de 1991 em Simferopol foi convocada a 2a (após 1917) ‘kurultai’ (assembléia), que elegeu o governo (‘medzilis’) encabeçado por M. Dzemilhov. ‘Kurultai’ proclamou a Declaração da soberania nacional, aprovou o bandeira nacional (nele estava representado o símbolo da dinastia do Hiréis em um fundo azul) e o hino nacional, renovou o uso do alfabeto latino. Pelos dados oficiais, pela situação no primeiro semestre de 2003, retornaram à República Autônoma da Crimédia (sem considerar a cidade de Sebastopol) 265,5 mil repatriados, dos quais 262,3 mil tártaros da Criméia, 2,2 mil gregos, 0,6 mil alemães, 0,4 armênios, 0,3 mil búlgaros. Os tártaros da Criméia repatriados retornaram dos países da Comunidade dos Estados Independentes: Uzbequistão (72% dos repatriados), Cazaquistão, Tadziquistão, Quirguísia, Rússia. Hoje já se formaram na Criméia aproximadamente 300 vilas e conjuntos de residências compactas de repatriados. A adaptação, integração e instalação dos repatriados se realiza de acordo com programas de longo prazo, aprovados por resoluções do Gabinete de Ministros da Ucrânia. Pelo programa em andamento de alojamento e instalação de tártaros da Criméia deportados e pessoas de outras nacionalidades, que retornaram para a República Autônoma da Criméia para residência permanente (o Programa foi calculado para o período até 2005 e aprovado pelo Gabinete de Ministros da Ucrânia no dia 16 de maio de 2002) está previsto que o volume de recursos médios anuais a serem liberados pelo Orçamento Público da Ucrânia para as necessidades dos deportados para o respectivo período são de aproximadamente 49,4 milhões de hryvnias, (especificamente, no ano 2002 foram liberados 50 milhões de hryvnias, em 2003 – 38,720 milhões de hryvnias, em 2004 planeja-se liberar 40 milhões de hryvnias). Para a realização do mencionado Programa no primeiro semestre de 2003 foram construídos 8,4 mil metros quadrados de áreas residenciais, e em conseqüência disto 690 pessoas receberam suas moradias, o que significa 5,5 vezes mais que em período análogo do ano de 2002.Para satisfazer as necessidades educacionais, culturais e de informação dos tártaros deportados funcionam na Criméia 16 escolas com ensino em língua tártara da Criméia, 62 escolas com ensino em duas línguas (russa e tártara), nas quais foram criadas 133 salas com aprofundamento do aprendizado da língua tártara. São publicados dois jornais em língua tártara da Criméia (“Kyyrym” e “Ianhi diunha”). Na televisão estatal “Krym” funciona uma redação tártara.Recursos significativos são gastos para a proteção e preservação da herança histórico-cultural dos tártaros da Criméia. Especialmente, para os 150 anos da data de nascimento do notável educador tártaro da Criméia Ismail-bea Gasprynsky foi reformado o lugar da sua sepultura, está em andamento a reconstrução da “Zyndzyrla” em Bakhtzysarai e da mesquita “Kebir-Dzami” na cidade de Simferopol e de outros monumentos nacionais da história e cultura dos tártaros da Criméia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme Decreto do Presidente da Ucrânia “Sobre o 60° aniversário da deportação da Criméia de tártaros e pessoas de outras nacionalidades” (de 15.09.2003), foi prevista, especificamente, a restauração do palácio-museu de Bakhtzysarai, a realização de conferências científicas-práticas, publicação de literatura popular, etc.Com o fim de resolver questões da área humanitária foram aprovados pelo Gabinete de Ministros da Ucrânia o Programa de adaptação e integração na sociedade ucraniana dos deportados tártaros da Criméia e pessoas de outras nacionalidades, renascimento e desenvolvimento de sua cultura e ensino (Resolução do Gabinete de Ministros da Ucrânia de 10 de janeiro de 2002) e Programa de estímulo para a inserção e adaptação social da juventude tártara da Criméia para os anos de 2002-2005 (Resolução do Gabinete de Ministros da Ucrânia de 25 de janeiro de 2002).Com o fim de resolver harmoniosamente os problemas jurídicos e sociais ligados à integração dos tártaros da Criméia repatriados e a sociedade ucraniana atua um Conselho de representantes do povo tártaro da Criméia junto à Presidência da Ucrânia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3056882872861667913-7935088854801847799?l=sarmatas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sarmatas.blogspot.com/feeds/7935088854801847799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3056882872861667913&amp;postID=7935088854801847799' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/7935088854801847799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/7935088854801847799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sarmatas.blogspot.com/2008/04/crimia.html' title='&lt;strong&gt;Criméia&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG3J4SpygkI/AAAAAAAAF1w/MlIS5EC7beg/s72-c/MapaCrimeia.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3056882872861667913.post-3286456168732297206</id><published>2008-04-22T15:47:00.000-07:00</published><updated>2010-08-20T07:56:40.197-07:00</updated><title type='text'>O berço das amazonas</title><content type='html'>&lt;em&gt;Túmulos de mulheres cavaleiras e guerreiras, enterradas com suas armas, foram descobertos no sul da Rússia. Exatamente onde os gregos antigos diziam que ficava o reino das amazonas.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7PI0Wp_4jI/AAAAAAAAEis/n_kV7z0utTY/s1600/Iranian_women_war_small.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5454924375436288562" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 219px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7PI0Wp_4jI/AAAAAAAAEis/n_kV7z0utTY/s320/Iranian_women_war_small.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era uma vez, em tempos imemoriais, uma tribo de mulheres guerreiras que mutilavam um dos seios para manejar o arco e a flecha e viviam sem homens - as temíveis amazonas. Os gregos foram os primeiros a falar delas, difundindo um mito que viajou para outras culturas e acabou batizando grande parte do Brasil como "a terra das amazonas". É que espanhóis que exploraram a região, em 1542, juravam tê-las encontrado, pessoalmente, onde o Rio Jamundá desemboca no Amazonas, perto da atual fronteira entre os Estados do Amazonas e do Pará.&lt;br /&gt;Ninguém, naturalmente, levava essa história a sério. Para os cientistas, nunca se colocou a hipótese de que um povo de mulheres guerreiras pudesse ter existido, sete séculos antes da era cristã, exatamente onde os gregos situavam as amazonas. Há seis meses, entretanto, um artigo na revista Archaelogy abalou esse ceticismo científico.&lt;br /&gt;Perto da cidade de Pokrovka, onde a Rússia se encontra com o Cazaquistão, a arqueóloga americana Jeannine Davis-Kimball, do Centro de Estudos dos Nômades Euroasiáticos, da Universidade de Berkeley, na Califórnia, descobriu cerca de 100 túmulos do povo sármata. Eles viviam, no século VI antes de Cristo, nas estepes entre o Mar Negro e o Mar Cáspio - a Sarmátia, a terra das amazonas, segundo o historiador grego Heródoto (484-420 a.C.). O intrigante é que 15% das covas eram de mulheres, algumas de 13 ou 14 anos, enterradas com flechas de bronze, espadas e adagas. Os esqueletos tinham as pernas arqueadas, como as de quem passa boa parte de seus dias a cavalo. Havia várias sepulturas com homens e bebês juntos. E nenhuma criança enterrada com mulheres.&lt;br /&gt;A descoberta está provocando sensação entre antropólogas e arqueólogas de inspiração feminista, como a própria Davis-Kimball. Ela não sabe, ainda, como explicar tudo o que encontrou e prefere uma interpretação prudente. "Provavelmente eram pastoras", disse à SUPER. "Talvez carregassem armas para defender a si próprias, a seus animais e a seu clã, de ladrões ou inimigos". Mas os dados que possui lhe autorizam a propor uma revisão da teoria antropológica sobre o predomínio do patriarcado na civilização. "No mínimo", adverte, "no passado, os papéis sexuais nem sempre foram tão definidos quanto se costuma acreditar."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A terra das estepes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A antiga Sarmátia ficava entre o Mar Negro e o Cáspio. Os túmulos foram encontrados perto da cidade de Pokrovka, na fronteira entre a Rússia e o Cazaquistão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando as mulheres não eram tão frágeis&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG6U-gwpVHI/AAAAAAAAF3g/wCfFbPu213k/s1600/Imagem+2.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5507503195987465330" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 162px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG6U-gwpVHI/AAAAAAAAF3g/wCfFbPu213k/s320/Imagem+2.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Por que iria uma tribo, há mais de 2 500 anos, retirar flechas de verdade dos homens para enterrá-las com as mulheres?", pergunta Davis-Kimball. "Não tenho dúvida. Elas eram guerreiras. E andavam muito a cavalo." Isso, entretanto, não quer dizer que fossem amazonas conforme o figurino grego. O certo é que seu papel na sociedade não era nada passivo.&lt;br /&gt;Entre os corpos desenterrados, há até três sacerdotisas guerreiras, identificáveis pelos objetos dentro do túmulo: jóias de ouro, braceletes e colares, conchas, contas de pedra e vidro com valor religioso, espelhos de bronze e vasos cerimoniais para sacrifícios aos deuses, além de armas. "Elas tinham importante função social, como adivinhas e oráculos", explica a arqueóloga.&lt;br /&gt;Havia também vários bebês enterrados junto com homens. À primeira vista parecem sugerir que o cuidado com as crianças cabia ao sexo masculino. Mas isso é especulação, como a própria descobridora alerta: "Não posso explicar, por enquanto. Podiam ser homens de baixo status social que tomavam conta das crianças enquanto os pais e as mães estavam trabalhando. Podiam até ser homossexuais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mitologia e história&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG6W2y2hMBI/AAAAAAAAF3w/e8R6uBopgY0/s1600/Um+diadema+s%C3%A1rmatas,+encontrado+na+kurgan+Khokhlach+perto+de+Novocherkassk+(primeiro+s%C3%A9culo+dC,+Museu+Hermitage)..jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5507505262428237842" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 288px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG6W2y2hMBI/AAAAAAAAF3w/e8R6uBopgY0/s320/Um+diadema+s%C3%A1rmatas,+encontrado+na+kurgan+Khokhlach+perto+de+Novocherkassk+(primeiro+s%C3%A9culo+dC,+Museu+Hermitage)..jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Diadema sármata encontrado em kurgan, Museu Hermitage.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;No ano 450 a.C., quando Heródoto escreveu sobre as amazonas, a lenda já existia. Ela aparece em várias passagens da mitologia grega. Na Ilíada, de Homero (século VIII a.C.), que conta a Guerra de Tróia, as amazonas surgem aliadas aos troianos. Aquiles, o herói grego, vence a rainha guerreira Pentessiléia, enamorando-se dela no momento em que a mata. Uma autêntica tragédia grega. De acordo com a mitologia greco-romana, as guerreiras teriam nascido de um caso de amor entre o deus da guerra, Marte, e a ninfa Harmonia. O nono dos doze trabalhos de Hércules foi se apoderar do cinturão de Hipólita, outra rainha das amazonas.&lt;br /&gt;A palavra amazona vem de mázos (seio) antecedida pelo prefixo alpha (a, em grego), que, aí, indica ausência. Quer dizer "sem seio". Há versões do mito em que as mulheres mutilavam um dos seios para melhor manejar o arco e flecha. Davis-Kimball acha isso fantasia pura, porque não há representação artística na época (século VII antes de Cristo), ou mesmo posterior, que mostre as mulheres sem um seio: "A tradução para o termo também poderia ser 'que não foi amamentado'. Poderiam ser guerreiras que não foram amamentadas".&lt;br /&gt;Heródoto viajou pelo Mar Negro e relatou no clássico História as informações que recolheu sobre as guerreiras. Segundo ele, uma expedição grega, em data não definida, teria vencido as amazonas na batalha de Termodonte e levado várias cativas, em barcos. Mas, chegando a alto-mar, as prisioneiras se rebelaram e desembarcaram na Cítia, na costa do Mar de Azov, atual Rússia. Os citas e as amazonas teriam se unido e emigrado para as estepes entre os rios Don e Volga, dando origem ao povo sauromata. "As mulheres sauromatas", diz o historiador, "conservam seus antigos costumes: montam a cavalo e vão à caça. Acompanham os maridos na guerra, trajando as mesmas vestes que eles. Têm uma lei segundo a qual uma mulher não pode casar-se enquanto não matar um inimigo. Por isso, muitas morrem de velhice, solteiras."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A chegada dos sármatas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Davis-Kimball, os sauromatas se espalharam por uma grande área. Por volta de 400 a.C., foram colonizados por um povo indo-europeu que veio da Ásia Central, os sármatas, com quem se misturaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG6V9zwhwLI/AAAAAAAAF3o/NC8kN98oQAg/s1600/Pe%C3%A7a+em+metal+S%C3%A1rmata,+procedente+da+Sib%C3%A9ria+Ocidental..jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5507504283419001010" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 242px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG6V9zwhwLI/AAAAAAAAF3o/NC8kN98oQAg/s320/Pe%C3%A7a+em+metal+S%C3%A1rmata,+procedente+da+Sib%C3%A9ria+Ocidental..jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Peça em metal Sármata, procedente da Sibéria Ocidental.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos túmulos descobertos em Pokrovka são do primeiro período sármata. Está claro que, pelo menos no início de sua civilização, os sármatas treinavam as mulheres jovens em equitação e no manejo de armas.&lt;br /&gt;Arqueólogos russos já haviam encontrado túmulos de mulheres com armas no Cazaquistão. Mas, por distração - ou por preconceito - , o fato não recebeu a merecida atenção. "Nossas escavações", diz a arqueóloga americana, "mostram que as mulheres em Pokrovka, há 2.500 anos, detinham uma posição única na sociedade. Controlavam riquezas, realizavam rituais para suas famílias e clãs, andavam a cavalo, caçavam antílopes das estepes e pegavam em armas para se defender e aos seus." Eram poderosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Antropologia feminista&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pastora do atual Cazaquistão, a cavalo, e a arqueóloga Jeannine Davis-Kimball&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Panteão trágico&lt;br /&gt;Detalhe de um painel romano do Museu Pio Clementino, no Vaticano, mostra, no centro, a rainha das amazonas, Pentessiléia, morrendo nos braços de Aquiles, na Guerra de Tróia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Afinal, existiu ou não matriarcado?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As descobertas de Davis-Kimball encantaram a ala feminista da Antropologia nos Estados Unidos. "A tese do patriarcado universal pode se revelar o mais consumado mito machista", celebra a antropóloga Sarah Nelson, da Universidade de Denver. Mas pode ser cedo para se chegar a essa conclusão.&lt;br /&gt;O regime em que o pai exerce a autoridade na família, o patriarcado, fundou a ordem das sociedades gregas e hebraicas e a própria civilização cristã ocidental. Do seu oposto, o matriarcado, o sistema onde supostamente a mulher exerceria a autoridade, não há exemplos na História. Só mitologias.&lt;br /&gt;Há sim, muitos povos tribais em que os direitos de herança e de linhagem são transmitidos pela família da mulher - do tio materno para o filho de sua irmã, e não do pai para o filho mais velho -, como os trobriandeses da Melanésia, os ashantis de Gana e os kayapós no Brasil. Mas, mesmo nessas sociedades, o poder político continua exercido pelos homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Papéis diferenciados&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A antropóloga Sherry Ortner, da Universidade de Columbia, explicou à SUPER que o domínio masculino se estabeleceu em função dos papéis diferenciados do homem e da muher na reprodução sexual. Como as mulheres são mais associadas à fertilidade e, portanto, à natureza, o poder patriarcal teria se desenvolvido "como parte do impulso social para controlar a ameaça que a natureza representa". Dominar as mulheres era um prolongamento da dominação da natureza.&lt;br /&gt;Davis-Kimball acredita que a Antropologia sobre o gênero e os papéis sexuais precisa avançar muito mais. Mas não acredita que sua descoberta na Rússia contribua para uma ressurreição do matraiarcado. "Até agora, a Arqueologia tem sido muito tímida no exame do papel da mulher nas sociedades passadas. Pode haver surpresas." Como as amazonas sármatas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; No Brasil, o delírio do frei Gaspar de Carvajal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois mil anos depois da Sarmátia, no outro lado do mundo, os espanhóis liderados por Francisco Orellana teriam encontrado amazonas no Brasil, em 1542, na foz do Rio Jamundá. Os europeus desembarcados na América vinham com imaginação febril, incendida por muitos mitos. O suposto episódio acabou identificando toda a região.&lt;br /&gt;Orellana e Gonzalo Pizarro (irmão do conquistador do Peru, Francisco Pizarro) partiram de Quito, com 150 espanhóis e 4 000 índios, em dezembro de 1541, para explorar a região além dos Andes. Separaram-se na confluência dos rios Coca e Napo, no Equador, e Orellana desceu a correnteza desse rio até cair no Amazonas, que navegou, até a foz, na Ilha de Marajó. Daí foi para a Venezuela. Levou oito meses para ir dos Andes ao Atlântico.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Mulheres sem homens&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 24 de junho de 1542, houve o encontro que o escriba da expedição, frei Gaspar de Carvajal, descreveu assim: "Dobrando uma ponta do rio vimos grandes aldeias. Era a terra das amazonas. Os espanhóis começaram a atirar nos indígenas que lutavam como bichos bravios. Soubemos que eram súditos das amazonas e que, conhecida a nossa vinda, foram pedir-lhes socorro, vindo dez ou doze. Combatiam como capitãs e lutavam tanto que os índios não ousavam fugir, pois elas os matavam a pauladas. São alvas e altas, com cabelo comprido. Andam nuas em pêlo, com arcos e flechas, fazendo tanta guerra como dez índios".&lt;br /&gt;Depois de matar várias, os espanhóis prenderam um índio que contou o que sabia. Aqui, o relato do frei delira: "As mulheres residiam ao norte. Não tinham maridos. Dividiam-se em setenta aldeias de pedra ligadas por estradas amplas, com cercas, e exigiam pedágio. Quando lhes vinha o desejo, faziam prisioneiros que libertavam depois da coabitação. Os meninos matavam e criavam as meninas para a guerra. Têm muito ouro e prata. As casas têm assoalho e os tetos são forrados de pinturas coloridas. Vestem lã finíssima do Peru".&lt;br /&gt;Faltaram só os cavalos. Nos séculos seguintes, muitos exploradores procuraram as amazonas que Orellana viu. Mas foi sempre em vão. Elas não existiam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As provas materiais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os túmulos das mulheres sármatas contêm adornos femininos e armas de guerra.&lt;br /&gt;Vaso de cerâmica para sacrifícios religiosos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pontas de flecha, de bronze&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dente de javali usado como adorno e amuleto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brincos de pedra polida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adaga de ferro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pingente de ouro, com a forma de um leopardo-da-neve&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma cultura diferente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sociedade sármata havia mulheres vaidosas e homens que cuidavam de crianças.&lt;br /&gt;Juntos na morte&lt;br /&gt;Esqueleto de homem e de bebê de 1 ano, enterrados juntos (o crânio da criança está no canto, à direita)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Divino e profano&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espelho de bronze de 2.500 anos e conchas fossilizadas do Mar Morto, usadas como amuleto&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;O primeiro mapa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1550, oito anos depois da expedição de Orellana, este mapa do cartógrafo Jorges Reinal já identificava o "Rio Grande das Allmasonas"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Muitas lendas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muitas lendas sobre índias guerreiras no Brasil, mas a Antropologia não encontrou nenhuma. Em 1756, o capitão da fragata espanhola Solano, que patrulhava a fronteira do Brasil com a Venezuela, observou que as índias guipuinavi iam à guerra com o marido. E escreveu: "Essas mulheres, ou outras como elas, devem ser as amazonas que Orellana viu".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;.:: Super Interessante&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;strong&gt;Leia também!&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://sarmatas.blogspot.com/2010/08/sarmatas-sociedade-guerra-e-arte.html"&gt;► Sármatas: sociedade, guerra e arte &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://sarmatas.blogspot.com/2008/08/citas.html"&gt;► Conhecendo a história dos Citas &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://sarmatas.blogspot.com/2010/03/citas-e-sarmatas.html"&gt;► Citas e Sármatas &lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3056882872861667913-3286456168732297206?l=sarmatas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sarmatas.blogspot.com/feeds/3286456168732297206/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3056882872861667913&amp;postID=3286456168732297206' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/3286456168732297206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/3286456168732297206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sarmatas.blogspot.com/2008/04/bero-das-amazonas.html' title='&lt;strong&gt;O berço das amazonas&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7PI0Wp_4jI/AAAAAAAAEis/n_kV7z0utTY/s72-c/Iranian_women_war_small.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3056882872861667913.post-5738464435018781417</id><published>2008-04-21T08:34:00.000-07:00</published><updated>2010-08-19T19:33:31.224-07:00</updated><title type='text'>Alanos</title><content type='html'>Os alanos constituíam um povo bárbaro (isto é, não falavam latim), com origem no nordeste do Cáucaso, entre os rios Rio Dom e Cáspio, que realizou uma transmigração em direção ao ocidente nos séculos século IV e Século V.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG2m-EBKhPI/AAAAAAAAF1Q/SGNOv3XIpo8/s1600/Alanos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5507241504504710386" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 293px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG2m-EBKhPI/AAAAAAAAF1Q/SGNOv3XIpo8/s400/Alanos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 360, os Hunos destruíram o seu império, obrigando muitos a atravessar a Europa até à Península Ibérica (em 408 ou 409 ). Nesta migração, acabaram por se juntar aos suevos e aos vândalos que ocuparam simultaneamente com estes a Hispânia. Os alanos que permaneceram a nordeste do Cáucaso passaram a designar-se por Tártaros. Aqueles que se estabeleceram na península Ibérica fundaram um reino na Lusitânia, chefiado por Adax (ou Adaces ), que foi destroçado em 418, obrigando-os a seguir para o norte de África onde sob os reis Gunderico e Geiserico , fundam o Reino dos Vândalos e dos Alanos, que será extinto no século VI, com a dominação bizantina. Os alanos ou alani eram um grupo nômade iraniano entre os povos sármatas, pastores nômades prontos para a guerra de diversas origens, que falavam uma línguas iranianas e compartilhavam, num sentido amplo, de uma cultura comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alanos antigos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As primeiras menções que os historiadores ligam com Alani aparecem quase na mesma época na geografia greco-romana e algum tempo depois nas crônicas dinásticas chinesas do século I a.C. . A Geographia (livro 23, cap. XI. v) de Estrabão , que nasceu em Pontus no Mar Negro , mas que também trabalhou com fontes persas, a julgar pelas formas que ele dava aos nomes tribais, menciona os Aorsi que ele liga com Siraces e afirma que Spadines, rei dos Aorsi, poderia juntar duzentos mil arqueiros montados na metade do século I a.C. Mas o "Aorsi interior", de onde tinham partido como fugitivos, poderia enviar muito mais, para que eles domunassem a região costeira do Mar Cáspio :"e conseqüentemente eles poderiam trazer em camelos as mercadorias indianas e babilônias, recebendo-as dos Armênia e dos medos , e também, devido à sua riqueza, poderiam vestir ornamentos de ouro. Agora os Aorsi vivem junto ao Rio Don (Rússia) , mas os Siraces vivem junto ao Rio Kuban , que desce do Cáucaso e deságua no Mar de Azov ." Identificações seguras de nomes e lugares nas antigas crônicas chinesas são até mais especulativas, mas alguns séculos depois, na antiga crônica chinesa da Dinastia Han , a Hou Han Shu (que cobre o período de 25 - 220) menciona um registro que as estepes de Yen-ts'ai era então conhecida como Alan-liao (阿蘭聊): :"O reino de Yancai (Yen-ts'ai, "Grande Estepe") mudou seu nome para reino de Alanliao. Sua capital é a cidade de Di. É uma dependência de Kangju (centralizado em Tashkent . O clima é ameno. Crescem árvores, pinheiros e acônitos são abundantes. Seu modo de viver e de se vestir são so mesmos de Kangju." Em outra seção o Hou Han Shu registra: :"É dito: "A cerca de 2.000 li (832 km) a noroeste de K'ang-chü está o estado de Yen-ts'ai. Os arqueiros treinados são 100.000. O modo de vida é o mesmo de K'ang-Chü. Está situado no Grande Pântano, não tendo [até então] regiões costeiras." O "Grande Pântano" talvez fossem as terras alagadas do delta do Danúbio , que era um formidável obstáculo que desacelerou o movimento em direção a oeste de muitos nômades sendo mais impressionante ou até os mais expressivos pântanos da atual Bielorrússia e norte da Ucrânia . Dessa forma no começo do século I , os alanos tinham ocupado terras nas regiões a nordeste do Mar de Azov , ao longo do rio Don (Rússia) . As fontes escritas sugerem que a partir da segunda metade do século I ao século IV os alanos conquistaram a supremacia sobre a união tribal e criaram uma confederação poderosa de tribos sármatas. Os alanos causaram problemas ao Império Romano , com incursões nas províncias do Danúbio e do Cáucaso nos séculos II e III. Heródoto descreve os alanos como altos, louros com os homes cortando seus cabelos curtos diferente dos Cítia . Ammiano Marcellino considera os alanos como sendo os antigos Massagetae: "iuxtaque Massagetae Halani et Sargetae", "per Albanos et Massagetas, quos Alanos nunc appellamus", "Halanos pervenit, veteres Massagetas." Achados arqueológicos apóiam as fontes escritas. Sítios sármatas posteriores foram inicialmente identificados com os alanos históricos por P. D. Rau. Baseado no material arqueológico, eles eram uma das tribos nômades de língua iraniana que começaram a entra na região sármata entre a metade do século I e o século II.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7y9NGckGDI/AAAAAAAAEmk/SpA9eK4FljM/s1600/Mapa+do+Imp%C3%A9rio+Romano+sob+Adriano+(117-138+dC),+mostrando+a+localiza%C3%A7%C3%A3o+da+Alani,+ao+mesmo+tempo+na+regi%C3%A3o+do+C%C3%A1ucaso+do+nordeste..png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5457444881232566322" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 375px; CURSOR: hand; HEIGHT: 297px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7y9NGckGDI/AAAAAAAAEmk/SpA9eK4FljM/s400/Mapa+do+Imp%C3%A9rio+Romano+sob+Adriano+(117-138+dC),+mostrando+a+localiza%C3%A7%C3%A3o+da+Alani,+ao+mesmo+tempo+na+regi%C3%A3o+do+C%C3%A1ucaso+do+nordeste..png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mapa do Império Romano sob Adriano (117-138 dC), &lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;mostrando a localização dos Alani na região nordeste do Cáucaso.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Os Alani foram mencionados pela primeira vez na literatura romana no século I e foram descritos depois como um povo guerreiro especializado na criação de cavalos. Eles freqüentemente faziam incursões no Pártia e nas províncias do Cáucaso do Império Romano. Nas anotações de Vologeses pode-se ler que Vologeses , rei parta, no décimo-primeiro ano de seu reinado, batalhou contra Kuluk, rei dos Alani. A inscrição é suplementada pelo historiador contemporâneo Flávio Josefo (37-100), que registra nas Guerras Judias (livro 7, cap. 8.4) como os alanos, (a quem ele chamade de uma tribo cita) vivendo próximos ao Mar de Azov , cruzaram os Portões de Ferro para pilhar e derrotar os exércitos de Pacorus, rei da Império Medo-Persa e Tiridates, rei da Armênia , dois irmãos de Vologeses I para quem a inscrição foi feita: :"4. Então havia a nação dos alanos, que nós havíamos mencionado anteriormente como sendo citas, e que habitavam no Mar de Azov . Essa nação aproximadamente nessa época projetou atacar a Império Medo-Persa , e as partes além dela, para saqueá-las; com essa intenção eles negociaram com o rei de Gorgan ; ele era o senhor da passagem que o rei Alexandre, o Grande fechou com portões de ferro. Este rei os autorizou a atravessá-los; então eles vieram em grande quantidade, e atacaram os medos de modo inesperado e pilharam seu país, que eles encontraram repleto de pessoas, abundante em gado, e ninguém se atrevia a fazer qualquer resistência a eles; Pacorus, o rei do país, fugiu para lugares de difícil acesso, e recuou toda vez que os alanos o obrigaram, salvando apenas sua esposa e suas concubinas com muita dificuldade, após eles terem feito muitas prisioneiras, tendo pago a eles cem talentos como resgate. Estes alanos pilharam o país sem oposição, com tranqüilidade, e proseguiram até a Armênia, deixando um rastro de ruínas por onde passavam. Então Tiridates era o rei daquele país, que os encontrou e os atacou, e conseguiu sair vivo por pouco da batalha; um guerreiro jogou sobre ele uma rede de uma grande distância, puxando-o para perto, tendo ele cortado a corda da rede com sua espada, fugindo e se salvando. Então os alanos, ficando ainda mais irritados por isso, devastaram o país, escravizaram uma grande quantidade de homens, e uma grande quantidade de outras pressas eles obtiveram de ambos os reinos, e então, recuram para o seu país." Flavius Arrianus ( Arriano ) marchou contra os alanos no século I e deixou um registro detalhado (Ektaxis kata Alanoon ou "Guerra Contra os Alanos") que é a maior fonte de estudos das táticas militares romanas , mas que não revela muito sobre os alanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os alanos 'ocidentais' e os vândalos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG2oade1tiI/AAAAAAAAF1Y/el8aZ-Hk2Ts/s1600/Migra%C3%A7%C3%B5es+dos+Alanos+entre+os+s%C3%A9culos+IV+e+V.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5507243091888027170" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 175px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG2oade1tiI/AAAAAAAAF1Y/el8aZ-Hk2Ts/s400/Migra%C3%A7%C3%B5es+dos+Alanos+entre+os+s%C3%A9culos+IV+e+V.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Migrações dos Alanos entre os séculos IV e V.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Aproximadamente em 370 os alanos foram sobrepujados pelos hunos . Eles foram divididos em dois grupos. Um dos grupos fugiu para oeste. Esses alanos 'ocidentais' se uniram às germanos na sua invasão da Gália romana. Gregory de Tours menciona que seu rei Respendial salvou o dia para os vândalos num encontro armado com os francos ao cruzar o rio Reno (cerca de 407).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7y-dY7W3eI/AAAAAAAAEms/5IWiOvZfJ4w/s1600/Guerrero+alano.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5457446260583095778" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 199px; CURSOR: hand; HEIGHT: 393px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7y-dY7W3eI/AAAAAAAAEms/5IWiOvZfJ4w/s400/Guerrero+alano.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acompanhando o destino dos vândalos na península Ibérica (Hispânia) em 409, a identidade étnica separada dos alanos ocidentais se desfez. Embora alguns dos alanos se estabelecessem na Ibéria, a maioria seguiu com os vândalos para o norte da África em 429. Em 426, o rei alano ocidental Attaces, foi morto na batalha contra os visigodos , e esse ramo dos alanos subseqüentemente apelou ao rei vândalo Gunderico para aceitar a coroa alana. Depois os reis vândalos do norte da África se auto-intitularam Rex Wandalorum et Alanorum (Rei dos Vândalos e Alanos). Na Hispânia , os alanos eram famosos por seus cães de caça e ataque, que eles aparentemente introduziram na Europa . Uma raça de cão muito grande chamada alano sobrevive no País Basco . Os cachorros, que são tradicionalmente usados na caça de porcos selvagens e pastoreio de rebanhos, são associados com os fortes cachorros que os alanos e os vândalos trouxeram para a Ibéria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alanos e eslavos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As tribos alanas que viviam a norte do Mar Negro devem ter se deslocado para nordeste no que hoje é a Polônia , misturando-se com os povos eslavos locais que se tornariam os precursores das nações eslavas históricas (em especial sérvios e croatas ). Inscrições do século III de Tanais , uma cidade às margens do rio Don na moderna Ucrânia , menciona uma tribo alana próxima chamada de choroatos ou chorouatos. O historiador Ptolomeu identifica os serboi como uma tribo sármata que vivia ao norte do Cáucaso , enquanto outras fontes identificam os serboi como uma tribo alana da estepe do Volga-Don no século III. Descrições desses nomes reaparecem no século V , com os serboi, ou sérvios , estabelecidos a leste do rio Elba no que agora é a Polônia, e os croatas na atual Galícia (Europa Central) polonesa. As tribos alanas provavelmente se deslocaram para nordeste e se estabeleceram entre os eslavos, dominando e recrutando as tribos eslavas que eles encontravam e depois assimilando as populações eslavas. Em 620 os croatas e os sérvios foram convidados para se estabelecerem nos Bálcãs pelo imperador bizantino Heraclius para fugir dos ávaros turcos, e lá se estabeleceram entre os migrantes eslavos para se tornar os ancestrais dos modernos sérvios e croatas. Alguns sérvios permaneceram no Elba , e seus descendentes são so modernos sórbios . Descrições bizantinas e árabes do século X descrevem um povo chamado belochrobati ( croatas brancos ) vivendo no alto Vístula , numa área chamada Chrobatia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os alanos 'orietais' e os hunos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns dos demais alanos, que permaneceram sob o domínio huno, estavam entre os confederados na batalha do rio Halys, na Anatólia em 430 . Esses alanos 'orientais' são citados como ancestrais dos modernos ossétios do Cáucaso. Aqueles da divisão oriental, apesar de dispersos nas estepes até a Idade Média , foram forçados pelas novas ordas de invasores para o Cáucaso, onde permaneceram tornando-se os ossétios. Seu mais famoso líder foi Aspar , o magister militum do Império Bizantino durante a década de 460 . Esses alanos formaram uma rede de confederações tribais entre os séculos IX e XII.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alânia medieval&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No século VIII , um reino alano consolidado, é citado nas fontes do período como Alânia, surgiu no norte do Cáucaso, aproximadamente onde hoje estão a Circássia e a Ossétia . Sua capital era Maghas , que controlava a vital rota de comércio da Passagem Darial. Por algumas vezes eles tiveram uma saída para o mar via o antigo porto da cidade de Phasis. No século VIII, o reino alano no Cáucaso caiu sob a soberania do caganato cazaro . Eles foram leais aliados dos cazaros, apoiando-os contra uma coalização liderada pelos bizantinos durant o reinado do rei cazaro Benjamin (cazaro) . De acordo com o autor anônimo da Carta Schechter , muitos alanos durante esse período aderiram ao Judaísmo . Contudo, no início do século IX , os alanos caíram sob a influência do Império Bizantino, possivelmente devido à conversão de seus governantes ao Cristianismo . Os bizantinos, que haviam adotado uma política externa anti-cazaros, envolveram os alanos numa guerra contra o caganato durante o reinado do governante cazaro Aaron II (cazaro) , provavelmente no começo da década de 920. Nessa guerra os alanos foram derrotados e seu rei capturado. De acordo com fontes muçulmanas tais como o al-Masudi , os alanos abadonaram o Cristianismo e expulsaram os missionários e clérigos bizantinos aproximadamente na mesma época destes eventos. O filho de Aaron II casou com a filha do rei alano e a Alânia foi re-alinhada com os cazaros, assim permanecendo até o colapso do caganato na década de 960. Desde então, o rei alano se aliou freqüentemente com os governantes bizantinos e com vários governantes georgianos como prevenção contra invasões dos povos das estepes como os pechenegues e os quipichaques . Aproximadamente em 1395 o exército de Tamerlão invadiu o norte do Cáucaso e massacrou a maior parte da população alana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As invasões mongóis e suas conseqüências&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No século XIII , novas hordas de invasores mongóis empurraram os alanos orientais para o sul do Cáucaso, onde eles se mesclaram aos grupos nativos caucasianos e sucesivamente formaram três entidades territoriais cada uma com desenvolvimento diferente. Digor no oeste estava sob a influência Islão e cabarda; Tuallag na região mais ao sul tornou-se parte do que hoje é a Geórgia ; Iron, o grupo mais ao norte, caiu sob o domínio russo em 1767 , o que fortaleceu o Cristianismo Ortodoxo consideravelmente. A maioria dos ossétios hoje são cristãos ortodoxos orientais. Os alanos remanescentes falam uma língua única sendo eles os ossétios, divididos entre a Rússia e Geórgia. Há uma minoria ossétia na Chechênia também. Jacob Reinegg, na Descrição do Cáucaso, deve ter sido o primeiro a fazer essa conexão. Ele notou que os tártaros os chamavam de Edeki-Alan. Sua língua, o ossétio, pertence ao grupo de línguas norte-iranianas; é a sobrevivente do ramo de línguas iranianas conhecido como cita-sármata, que inclui línguas das estepes russas e da Ásia Central: citas, sármatas, massagetae, alanos. O moderno ossétio possui dois dialetos principais: digor, falado na parte ocidental da Ossétia do Norte; e iron, falado no resto da Ossétia. Um terceiro ramo do ossétio, jassic, foi anteriormente falado na Hungria. A língua literária, baseada no dialeto iron foi estabelecido pelo poeta nacional Kosta Xetagurov (1859-1906). Nos séculos IV e V eles foram parcialmente cristianizados pelos missionários bizantinos da igreja ariana. O Islã foi introduzido no século XVII pelos cabardianos (uma tribo circassiana oriental). Uma forte re-cristianização foi iniciada com o aumento da influência russa após o reconhecimento pelos ossétios da soberania russa em 1802.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;strong&gt;Leia também!&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://sarmatas.blogspot.com/2008/04/os-antepassados-caucasianos-dos.html"&gt;► Os antepassados caucasianos dos portugueses&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3056882872861667913-5738464435018781417?l=sarmatas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sarmatas.blogspot.com/feeds/5738464435018781417/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3056882872861667913&amp;postID=5738464435018781417' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/5738464435018781417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/5738464435018781417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sarmatas.blogspot.com/2008/04/alanos.html' title='&lt;strong&gt;Alanos&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG2m-EBKhPI/AAAAAAAAF1Q/SGNOv3XIpo8/s72-c/Alanos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3056882872861667913.post-4467867838845544641</id><published>2008-04-21T08:27:00.000-07:00</published><updated>2010-08-19T16:32:03.305-07:00</updated><title type='text'>Sarmatismo</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Sarmatismo&lt;/strong&gt; era o estilo de vida dominante, a cultura e a ideologia da szlachta (classe social de nobres) na República das Duas Nações do século XVI ao século XIX. Juntamente com a Liberdade dourada formou o aspecto único da cultura da República.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt; História&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O historiador polonês do século XV, Jan Długosz, foi o primeiro a introduzir o termo que foi rapidamente utilizado por outros historiadores e cronistas como Marcin Bielski, Marcin Kromer e Maciej Miechowita. Outros europeus o retiraram do Tractatus de Duabus Sarmatiis de Miechowita, um trabalho que na Europa Ocidental era considerado a principal fonte de informação sobre os territórios e pessoas da República das Duas Nações. O nome deriva dos alegados ancestrais da szlachta, os sármatas, uma confederação da maioria das tribos iranianas do Norte do Mar Negro, desalojadas pelos godos no século II, descritas por Heródoto de Halicarnasso no século V a.C. como os descendentes dos citas e das amazonas Após muitas permutações, isto fez surgir a lenda de que os poloneses eram os descendentes dos antigos sármatas, uma tribo guerreira originária da Ásia e que mais tarde se reorganizou no nordeste da Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Particularidades&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta crença se tornou uma parte importante da cultura da szlachta, penetrou em todos os aspectos de sua vida e serviu para diferenciar a szlachta polonesa da nobreza ocidental (cuja szlachta chamava de pludracy) e seus costumes. O conceito sármata cultuou a igualdade entre todos os membros da szlachta, as tradições, o costume de andar a cavalo, a vida rural provinciana, a paz e o pacifismo, popularizou o uso de vestimentas e visual oriental (żupan, kontusz, pas kontuszowy, delia, szabla), serviu para integrar a multi-étnica nobreza ao criar um sentimento quase nacionalista de unidade e orgulho da política de Liberdade dourada da szlachta.&lt;br /&gt;Em sua forma inicial e idealizada o sarmatismo pareceu ser um bom movimento cultural: incentivou a crença religiosa, a honestidade, o orgulho nacional, a coragem, a igualdade e a liberdade. Contudo como qualquer doutrina que coloca alguma classe social sobre as demais acabou por modificar-se com o tempo. Por último o sarmatismo transformou a crença em intolerância e fanatismo, a honestidade em ingenuidade política, o orgulho em arrogância, a coragem em teimosia e a liberdade em anarquia.&lt;br /&gt;O Sarmatismo, que evoluiu durante o Renascimento e se fortificou durante o Barroco polonês, achou-se em oposição ao Iluminismo na Polônia. Quando na segunda metade do século XVIII a palavra 'Sarmatismo' fez sua reaparição, seu significado era decididamente negativo. 'Sarmatismo' funcionava como sinônimo de uma mente retrógrada e ignorante e como um rótulo desprezível para os adversários políticos de Stanisław August Poniatowski, o rei das reformas: a provincial e tradicionalista intolerante szlachta. Tais significados surgiram primeiramente no jornalismo e depois em trabalhos literários. Os escritores do Iluminismo trataram as implicações políticas e culturais do sarmatismo como um conveniente alvo para críticas e escárnio. O Jornal Monitor, um periódico de cunho reformista patrocinado pelo Rei Poniatowski, usava o termo de maneira pejorativa e assim fez Franciszek Zabłocki em suas comédias, como em sua peça Sarmatismo (Sarmatyzm, 1785).&lt;br /&gt;Uma reabilitação do Sarmatismo e da antiga szlachta começou durante o Romancismo polonês, um tempo de revoltas militares e recordações associadas a eles, que com isso ajudaram na reabilitação do Sarmatismo, com seu culto à coragem e à bravura militar. Isto ficou especialmente muito evidente durante e depois da Revolta de Novembro. O gênero de gawęda szlachecka (a estória de um nobre) criado por Henryk Rzewuski está muito associado à reverência do espírito sármata. Visível no messianismo polonês e nas obras de grandes poetas poloneses como Adam Mickiewicz (Pan Tadeusz), Juliusz Słowacki e Zygmunt Krasiński, bem como escritores (Henryk Sienkiewicz e sua Trilogia), em geral, o romantismo polonês está em dívida com a história da Polônia de uma forma não observada em outros países europeus, onde o contraste entre o passado glorioso e a miséria presente não foi citado, ou não existiu de fato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Arte e literatura sármatas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nome e a cultura tiveram reflexo na literatura polonesa contemporânea.&lt;br /&gt;A cultura sármata foi retratada por muitos escritores contemporâneos, especialmente:&lt;br /&gt;·Wacław Potocki &lt;br /&gt;·Jan Chryzostom Pasek &lt;br /&gt;·Wespazjan Kochowski &lt;br /&gt;·Andrzej Zbylitowski &lt;br /&gt;·Hieronim Morsztyn &lt;br /&gt;·Jan Andrzej Morsztyn &lt;br /&gt;·Daniel Naborowski &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O latim era muito popular e freqüentemente era mesclado com o polonês (em escritos e discursos), resultando no latim macarrônico. Conhecer pelo menos um pouco de latim era uma obrigação para qualquer szlachcic.&lt;br /&gt;A arquitetura sármata era baseada na arquitetura gótica. Muitas residências da szlachta eram de madeira.&lt;br /&gt;No século XIX a cultura sármata da República das Duas Nações foi retratada e popularizada pelo escritor polonês Henryk Sienkiewicz em sua trilogia (Ogniem i Mieczem, Potop, Pan Wolodyjowski). No século XX, a trilogia de Sienkiewicz foi transformada em filme, e a cultura sármata tornou-se objeto de muitos livros modernos (por Jacek Komuda e outros), canções (como a de Jacek Kaczmarski) e mesmo jogos de interpretação de papéis como Dzikie Pola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sarmátia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sarmátia (polonês: Sarmacja) foi também o nome extra-oficial, semi-legendário e poético da República das Duas Nações, que se tornou moda no século XVII, designando qualidades associadas aos cidadãos alfabetizados da vasta República.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uso moderno&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Polônia contemporânea, a palavra sármata (polonês: sarmacki) é uma forma irônica de auto-identificação e é algumas vezes usada como sinônimo para o caráter polonês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3056882872861667913-4467867838845544641?l=sarmatas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sarmatas.blogspot.com/feeds/4467867838845544641/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3056882872861667913&amp;postID=4467867838845544641' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/4467867838845544641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/4467867838845544641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sarmatas.blogspot.com/2008/04/sarmatismo.html' title='&lt;strong&gt;Sarmatismo&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3056882872861667913.post-5124837096620190628</id><published>2008-04-21T08:21:00.000-07:00</published><updated>2010-08-19T19:31:01.475-07:00</updated><title type='text'>Sármatas</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Sármatas&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Sarmatae&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;Sauromatae&lt;/strong&gt; (a segunda forma é a mais usada pelos antigos escritores gregos e a terceira pelos gregos posteriores e pelos romanos) eram um povo a quem Heródoto no século V a.C. localizou na fronteira oriental da Cítia além do rio Tanais (Don). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG286E_5SQI/AAAAAAAAF1g/jLb6Ta22iXM/s1600/sarmatian-soldier-cav.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 288px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG286E_5SQI/AAAAAAAAF1g/jLb6Ta22iXM/s400/sarmatian-soldier-cav.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5507265625304156418" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles eram povos iranianos relacionados com os citas e os Saka. Os numerosos nomes pessoais iranianos nas inscrições gregas da costa do Mar Negro indica que os sármatas falavam um dialeto iraniano norte-oriental relacionado com o sogdiano e com o osseto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;História&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Heródoto (4.110-117) relata um conto da origem dos Sauromatae, como os descendentes de um bando de jovens citas e de um grupo de amazonas, desta forma explicando o que poderia ter sido a sua língua iraniana norte-oriental - uma forma impura do cita - e a forma pouco comum de liberdade das mulheres Sauromatae, inclusive participando das guerras - uma herança de suas ancestrais amazonas. Escritores posteriores chamavam a alguns deles de "Sarmatae governados por mulheres" (γυναικοκρατούμενοι). Hipócrates (De Aere, etc., 24) os classificou como citas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tácito menosprezou os sármatas (Germania, cap. 46), colocando-os como habitantes das florestas, não das estepes, tendo um "aspecto degradado"; sua visão dos sármatas como "vivendo montados e em vagões" soa mais apropriada. &lt;br /&gt;Depois, Pausânias, vendo oferendas comemorativas próximo à Acrópole de Atenas no século II (Descrição da Grécia 1.21.5-6) encontrou entre elas &lt;br /&gt;"um peitoral sármata. Vendo isto um homem dirá que não menos que os gregos estes estrangeiros são hábeis nas artes: para os Sauromatae que não têm ferro, nem o extraíram nem o importaram ainda. Eles não se comportam , na realidade, como os outros estrangeiros à sua volta. Para suprir essa deficiência eles têm planejado invenções. No lugar de ferro, eles usam ossos nas suas lanças cortantes, e madeira de cornel tipo de arbusto europeu para seus arcos e flechas, com pontas de osso nas flechas. Eles lançavam um laço em volta de qualquer inimigo que eles encontrassem, e então giravam seus cavalos derrubando o inimigo capturado com o laço."&lt;br /&gt;"Seus peitorais eles faziam da seguinte forma: cada homem possui muitas éguas, e a terra não é dividida em lotes privados, nem possui qualquer coisa exceto árvores selvagens, sendo as pessoas. Essas éguas eles não usam apenas para a guerra, mas também em sacrifícios para os deuses locais e como fonte de comida. Seus cascos eles recolhem, limpam, e deles fazem chocalhos como o de cobras. Quem nunca viu uma cobra com chocalho ao menos deve ter visto uma pinha ainda verde. Quem os vir não se equivocará se comparar o produto dos cascos com os segmentos que são vistos numa pinha. Essas peças eles furam e costuram juntos com tendões de cavalos e bois, e então os usam como peitorais que são tão belos e fortes como os dos gregos. Para que eles possam se proteger dos objetos arremessados e das pancadas no combate coropo a corpo."&lt;br /&gt;A grande maioria dos nomes bárbaros que ocorrem nas inscrições de Olbia, Tanais e Panticapaeum são supostamente sármatas, sendo conhecidos das línguas iranianas agora faladas pelos ossetos do Cáucaso (o osseto), que são supostamente os modernos representantes dos sármatas e podem ser mostrados como sendo diretamente ligados aos alanos, uma das tribos sármatas. &lt;br /&gt;No século III a.C. parecem ter suplantado os citas nas planícies onde hoje é o sul da Ucrânia, onde se mantiveram dominantes até as invasões hunas e góticas. Suas principais divisões eram os Rhoxolani ; os Iazyges, com quem os romanos tinham negócios no Danúbio e e no Tisza; os Taiphali e os alanos. &lt;br /&gt;Heródoto descreve a aparência física dos sármatas como louros, vigorosos e bronzeados. &lt;br /&gt;Os sármatas ainda eram uma força com a qual os romanos tinham que lidar no século IV. Ammiano Marcellino (29.6.13-14) descreve várias derrotas que os invasores sármatas infligiram às forças romanas na província de Valéria na Panônia no final de 374, quando eles quase aniquilaram uma legião convocada da Moésia e uma da Panônia, que haviam sido enviadas para interceptar um bando sármata que havia perseguido um graduado oficial romano chamado Aequitius dentro do território romano. &lt;br /&gt;O termo Sarmátia é aplicado pelos antigos escritores ao que é conhecido como Europa central e oriental, inclusive tudo o que as antigas autoridades chamavam de Cítia, sendo esse nome transferido para regiões mais a leste. A Geographia de Ptolomeu mostra mapas da Sarmátia européia e asiática. LINK &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pesquisas recentes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma recente excavação de sítios sármatas pela Dra. Jeannine Davis-Kimball, uma tumba foi encontrada onde guerreiras foram enterradas, proporcinando dessa forma alguma crédito ao mito das amazonas. Após as excavações de 2003, ela e o Dr. Joachim Burger compararam as evidências genéticas do sítio com os nômades cazaques e encontraram uma impressionante ligação genética - verificada depois pela Universidade de Cambridge - levando a crer que a tese de que os povos turcos que se expandiram para essa região não exterminaram nem expulsaram completamente os habitantes iranianos originais, mas na verdade assimilaram um número significante deles. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;strong&gt;Leia também!&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://sarmatas.blogspot.com/2010/08/sarmatas-sociedade-guerra-e-arte.html"&gt;► Sármatas: sociedade, guerra e arte &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://sarmatas.blogspot.com/2009/11/religioes-dos-povos-das-estepes-e.html"&gt;► Religiões dos Povos das Estepes e Tundras &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://sarmatas.blogspot.com/2010/03/citas-e-sarmatas.html"&gt;► Citas e Sármatas&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3056882872861667913-5124837096620190628?l=sarmatas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sarmatas.blogspot.com/feeds/5124837096620190628/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3056882872861667913&amp;postID=5124837096620190628' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/5124837096620190628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3056882872861667913/posts/default/5124837096620190628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sarmatas.blogspot.com/2008/04/srmatas.html' title='&lt;strong&gt;Sármatas&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TG286E_5SQI/AAAAAAAAF1g/jLb6Ta22iXM/s72-c/sarmatian-soldier-cav.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
